11:28 26 Outubro 2020
Ouvir Rádio
    Ásia e Oceania
    URL curta
    71036
    Nos siga no

    O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que fará um anúncio muito forte sobre a China até o final desta semana, indicando que o assunto pode se tratar de uma punição ao país asiático.

    "Estamos fazendo algo. Acredito que acharão muito interessante. Porém não vou falar disso hoje", afirmou Trump ao responder uma pergunta, nesta terça-feira (26), sobre as sanções contra a China pelas ações contra Hong Kong.

    Trump adicionou que "é algo que todos escutarão antes do final de semana [...]", enfatizando que se trata de algo "muito forte".

    Anteriormente, a secretária de imprensa da Casa Branca, Kayleigh McEnany, afirmou que o presidente está descontente com as ações da China em Hong Kong.

    Na semana passada, o legislativo chinês propôs um projeto de lei para proibir atividades subversivas em Hong Kong, mesmo com a retomada dos protestos em meio à COVID-19.

    O assessor de Segurança Nacional dos EUA, Robert O'Brien, declarou em uma entrevista à emissora NBC, que Washington pode impor sanções contra a China caso Pequim "tome" Hong Kong mediante a lei de segurança nacional, que será votada nesta quinta-feira (28).

    Como forma de protesto, os sindicatos de Hong Kong convocaram uma greve geral para esta quarta-feira (27).

    Pequim, por diversas vezes, declarou que a interrupção em Hong Kong é resultado da interferência estrangeira.

    O projeto de lei sobre a segurança nacional em Hong Kong proibiria qualquer manifestação de separatismo, bem como qualquer tipo de instigação para derrubar o governo central e a interferência externa nos assuntos do país.

    Mais:

    Pentágono: militares chineses desafiam EUA com incidentes 'arriscados' no mar do Sul da China
    Por que as relações entre EUA e China atingiram ponto tão baixo?
    EUA enviam bombardeiros para missões em mares que banham China
    Tags:
    sanções, tensão, China, EUA, Donald Trump
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar