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    Uma pedestre em Tóquio olhando para transmissão de notícias sobre o lançamento do míssil, em 15 de setembro de 2017

    Japão observa arremessos de Pyongyang do início ao fim e fala sobre decisão de não revidar

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    Lançamento de míssil de Pyongyang (18)
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    Forças de Autodefesa do Japão explicaram por que não tinham abatido o míssil lançado recentemente pela Coreia do Norte. A informação foi revelada pelo secretário-geral do gabinete do Japão, Yoshihide Suga, em uma coletiva de imprensa em Tóquio.

    Segundo ele, as Forças de Autodefesa seguiram o voo do míssil do início ao fim.

    "Como os fragmentos do míssil não deveriam cair no território de nosso país provocando danos, este último não foi abatido", afirmou Yoshihide Suga.

    O político japonês acrescentou que as autoridades do país informam a população através dos canais de alerta de emergência J-Alert.

    Pyongyang lançou nesta sexta-feira (horário local) mais um míssil balístico. De acordo com os militares japoneses e sul-coreanos, o míssil alcançou uma atitude de cerca de 800 quilômetros e sobrevoou uma distância de 3700 quilômetros, caindo a 2,2 mil quilômetros da ilha japonesa de Hokkaido. O Conselho de Segurança da ONU está realizando, por iniciativa dos EUA, Japão e Coreia do Sul, consultas para discutir o recente lançamento.

    Mais tarde, a Coreia do Norte afirmou que nenhuma pressão externa fará com que o país desista do desenvolvimento de armas nucleares e mísseis balístico, caso os EUA mantenham sua posição hostil.

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    Lançamento de míssil de Pyongyang (18)

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    defesa, míssil balístico, lançamento, Conselho de Segurança da ONU, Coreia do Sul, Coreia do Norte, EUA, Japão
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