19:05 23 Setembro 2018
Ouvir Rádio
    Bandeira da Coreia do Norte

    Pyongyang: sanções dos EUA prejudicam tanto inimigos como aliados

    © Sputnik / Ilia Pitalev
    Ásia e Oceania
    URL curta
    860

    As possíveis sanções dos EUA contra vários países ameaçariam os interesses não só dos seus inimigos, mas também os dos aliados de Washington, disse um representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte.

    De acordo com um representante oficial norte-coreano, os Estados Unidos lançaram uma campanha de sanções contra vários países, com "o único e óbvio propósito de promover os seus próprios interesses". 

    "As sanções dos EUA, que visam salvar a sua economia através de benefícios para o seu mercado de energia e aumento de exportações, sem dúvidas, violam os interesses dos seus aliados e amigos, não apenas os dos seus adversários", disse o diplomata em um comunicado da embaixada da Coreia do Norte em Moscou.

    Neste sentido, Pyongyang acredita ser "naturalíssimo que todo o mundo condene e rejeite a chantagem de sanções dos EUA por sua ilegalidade e imprudência".

    "A comunidade internacional não deve tolerar o comportamento ultrajante dos EUA, que ameaçam Estados soberanos para satisfazer os seus próprios interesses. A campanha desesperada das sanções norte-americanas corresponde efetivamente ao seu curso político de 'virada em direção à região Ásia-Pacífico' e aos sonhos selvagens de dominar todo o mundo", lê-se no comunicado.

    Na semana passada, ambas as Câmaras do Congresso norte-americano aprovaram uma lei sobre novas sanções contra o Irã, a Rússia e a Coreia do Norte.

    As sanções estão aguardando a assinatura ou o veto do presidente Donald Trump.

    Mais:

    Maduro diz estar orgulhoso de sanções dos EUA: 'Não tenho medo'
    Senadores dos EUA chegam a acordo quanto a sanções à Rússia, Irã e Coreia do Norte
    Tags:
    economia, soberania, sanções, Congresso, Donald Trump, Ásia-Pacífico, EUA, Coreia do Norte
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar no FacebookComentar na Sputnik