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    O segundo comandante da Marinha da Rússia vice-almirante Aleksandr Fedotenkov comenta os exercícios Cooperação Marítima 2016. Segundo ele, estas manobras ajudam a reforçar a defesa conjunta da Rússia e da China.

    Embarcações da Marinha russa durante exercícios Kavkaz 2016
    © Sputnik / Ministério da Defesa da Rússia
    Os exercícios navais conjuntos russo-chineses decorreram pela primeira vez no mar Amarelo em abril de 2012. Neles participaram 25 navios e submarinos, 13 aviões, nove helicópteros e destacamentos de forças especiais.

    Fedotenkov assinala que os exercícios atuais não se destacam dos outros.

    "Nós estamos aumentando a base de nossa cooperação, os sistemas de comando e a garantia da clareza das ações dos comandantes de destacamentos", disse o vice-almirante.

    Exercícios defensivos

    O segundo comandante da Marinha assinalou que as manobras com a China não se dirigem contra nenhum outro país. Segundo ele, os exercícios são realizados principalmente para defender os interesses dos dois países e garantir a segurança no oceano mundial.

    "É muito bom quando dois países, sendo potências grandes e poderosas, cooperam entre si", manifestou Fedotenkov.

    "Esta é uma cooperação para a luta contra a pirataria e para a garantia de segurança marítima", acrescentou o vice-almirante, assinalando que as manobras têm fins pacíficos.

    Cooperação Marítima 2016

    As manobras de 2016 vão se realizar na China. Do lado russo nelas participarão dois navios-antissubmarino – o Admiral Tributs e o Admiral Vinogradov, a navio de desembarque Peresvet, o rebocador Alatau e navio-tanque Pechenega.

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    Tags:
    defesa, exercício naval, exercício militar, Marinha da Rússia, Mar Amarelo, Rússia, China
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