04:00 30 Maio 2020
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    Pandemia da COVID-19 e o mundo no início de maio (100)
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    A taxa de desemprego nos EUA atingiu 14,7% em abril em função da crise econômica causada pelo coronavírus, índice mais alto desde a Grande Depressão. 

    Somente em abril foram perdidos 20,5 milhões de postos de trabalho, pior mês registrado na história em termos de desemprego, segundo informou o Departamento do Trabalho nesta sexta-feira (8). 

    As perdas foram causadas pelo fechamento de serviços e indústrias em função da quarentena imposta para conter a disseminação da COVID-19. 

    Os dados significam que quase todos os empregos gerados em 11 anos de recuperação após a crise de 29 foram perdidos em um mês. O desemprego é apenas um dos indicadores que mostram a situação ruim vivida pela economia dos EUA. 

    O informe, no entanto, indica que aproximadamente 90% das perdas são consideradas temporárias, de negócios que tiveram que fechar por causa do coronavírus, mas devem reabrir após a crise, convocando novamente parte da mão de obra. 

    Sem 'surpresas', diz Trump

    O cenário mais positivo, no entanto, depende de uma gestão sanitária e econômica eficiente da crise do coronavírus. 

    O presidente estadunidense, Donald Trump, disse que o relatório não apresentava "surpresas". 

    "O que posso fazer é devolvê-los [os postos de trabalho]. Essas vagas estarão de volta em breve. E no próximo ano teremos um ano fenomenal", disse ele, segundo publicado pela agência AP. 

    De acordo com mapa virtual da Universidade Johns Hopkins, os EUA, país mais afetado pela pandemia, registram mais de 1,2 milhão de casos da COVID-19 e aproximadamente 76 mil mortes.

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    Pandemia da COVID-19 e o mundo no início de maio (100)

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    Tags:
    economia, doença, Donald Trump, EUA, COVID-19, novo coronavírus
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