"A República Bolivariana da Venezuela rejeita as medidas unilaterais, coercivas e ilegais anunciadas pelo governo supremacista dos EUA, que impactam o Banco de Desenvolvimento Econômico e Social da Venezuela (Bandes) e quatro instituições financeiras importantes do país", escreveu no Twitter, o chanceler Jorge Arreaza.

O comunicado do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos diz que as sanções foram aplicadas em resposta à prisão do chefe do gabinete de Juan Guaidó, Roberto Marrero, executada na quinta-feira (21) pelo governo de Nicolás Maduro.
Guaidó proclamou-se presidente interino da Venezuela em janeiro, e desde então os Estados Unidos o reconheceram como o líder legítimo do país sul-americano.




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