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    Crise política na Venezuela se agrava (163)
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    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, cortou relações diplomáticas com os Estados Unidos nesta quarta-feira, acusando Washington de tentar provocar um golpe de Estado em Caracas. Os EUA, por sua vez, exigiram a renúncia de Maduro e declararam apoio ao líder da oposição, Juan Guaidó.

    A embaixada venezuelana nos Estados Unidos suspendeu os serviços consulares devido à ruptura das relações diplomáticas entre os países.

    Os Estados Unidos têm apoiado as forças da oposição na Venezuela, consideram a eleição presidencial, realizada no ano passado, como ilegítima, e prometeram seu apoio ao líder da oposição, Juan Guaidó.

    Nesta quarta-feira, dia 23 de janeiro, Washington foi um dos primeiros a reconhecer Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela. Alguns países seguiram seu exemplo, tais como: Canadá, Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Geórgia, Guatemala, Honduras, Panamá, Paraguai e Peru.

    O presidente do Parlamento Europeu, Antonio Tajani, o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, e a chefe de política externa da UE, Federica Mogherini, também manifestaram seu apoio à presidência do líder da oposição.

    Maduro disse na quarta-feira que Washington tentou realizar um golpe de Estado na Venezuela e anunciou sua decisão de cortar relações diplomáticas com os Estados Unidos.

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