19:15 31 Outubro 2020
Ouvir Rádio
    Américas
    URL curta
    23120
    Nos siga no

    O presidente dos EUA, Barack Obama, no seu último discurso chamou a Rússia e a China de adversários de Washington.

    Contudo, a influência de Moscou e Pequim no palco internacional nunca se comparará com a de Washington.

    "Adversários, tais como a Rússia e a China, não poderão se comparar com a nossa influência no mundo, se nós não abdicarmos do que estamos defendendo e não nos tornarmos em apenas mais um grande país que briga com os países vizinhos menores", disse Obama discursando em Chicago.

    Ele também advertiu que os valores democráticos não devem se tornar mais fracos nos EUA e no resto do mundo. De acordo com Obama isto pode provocar guerras civis e mundiais.

    Para além disso, ele declarou que a ordem mundial está sendo ameaçada pelos fanáticos islamistas e ditadores que governam em alguns países. Como acredita Obama, estas ameaças são mais perigosas para os EUA do que "um carro-bomba ou um míssil".

    No seu último discurso Obama também expressou o desejo de que o Daesh (grupo terrorista, proibido na Rússia) seja derrotado.

    "Ninguém que ameace os EUA estará em segurança", acrescentou o presidente americano.

    Barack Obama deixará o cargo presidencial em 20 de janeiro. O novo presidente dos EUA será o republicano Donald Trump.

    Mais:

    'DJ Barack': Obama recebe oferta de emprego para quando sair da Casa Branca
    Obama: assentamentos de Israel impossibilitam a solução do conflito com Palestina
    Obama diz estar preocupado que republicanos 'confiam mais em Putin do que nos democratas'
    Tags:
    política internacional, influência, discurso, Daesh, Barack Obama, China, Rússia, EUA
    Padrões da comunidadeDiscussão
    Comentar na SputnikComentar no Facebook
    • Comentar