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EUA enviaram agentes antidrogas à Venezuela para espionar autoridades em 2018, diz mídia

© AFP 2023 / Don EmmertBandeiras da Venezuela e dos EUA
Bandeiras da Venezuela e dos EUA - Sputnik Brasil, 1920, 02.02.2024
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Segundo escreveu a AP, a liderança norte-americana visou dezenas de pessoas no país sul-americano em sua tentativa de investigação clandestina, incluindo Nicolás Maduro.
Os EUA têm enviado agentes secretos à Venezuela para espionar casos de tráfico de drogas e associá-los à liderança do país, violando a lei internacional, informou na quinta-feira (1º) a agência norte-americana Associated Press (AP), citando um memorando secreto.

"Um memorando secreto […] detalha uma operação secreta de vários anos da agência antidrogas dos EUA [DEA], que enviou agentes disfarçados à Venezuela para registrar secretamente e levar adiante casos de tráfico de drogas contra a liderança do país", escreveu a agência, notando que os próprios EUA reconheciam que a ação violava o direito internacional desde o início.

De acordo com a AP, o memorando, de 15 páginas e de 2018, afirmava que "é necessário realizar a operação unilateralmente e sem notificar as autoridades venezuelanas".
Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro durante anúncio da criação do estado da Guiana Essequiba. Caracas, 6 de novembro de 2023 - Sputnik Brasil, 1920, 31.01.2024
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Maduro afirma que Venezuela não depende dos EUA nem de ninguém diante das ameaças de novas sanções
A investigação dos EUA visava dezenas de pessoas, incluindo Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, detalham as fontes da agência.
Conforme notou a agência, não há um mecanismo claro para responsabilizar Washington legalmente, mas a informação ameaça estragar as já tensas relações entre os dois países e, de forma mais ampla, as do país norte-americano com a América Latina em geral.
Anteriormente, em seu discurso anual à nação, Maduro declarou que em 2023 havia ocorrido quatro tentativas frustradas de assassinato do presidente e de outros líderes da Venezuela, e que elas haviam sido preparadas pela extrema-direita, por traficantes de drogas, pela DEA e pela Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês) dos EUA.
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