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EUA: apoio de Biden à Ucrânia e Israel coloca democrata entre os líderes mundiais 'mais insultados'

© AP Photo / Jacquelyn MartinO presidente Joe Biden fala à mídia ao retornar à Casa Branca, em Washington D.C., após uma parada em Boston, em 5 de dezembro de 2023
O presidente Joe Biden fala à mídia ao retornar à Casa Branca, em Washington D.C., após uma parada em Boston, em 5 de dezembro de 2023 - Sputnik Brasil, 1920, 25.01.2024
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Diante do apoio quase incondicional ao controverso regime de Vladimir Zelensky, em meio à operação militar especial russa, e à guerra movida por Israel que já deixou mais de 25 mil palestinos mortos, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, é um dos líderes que enfrentam crescente condenação ao redor do mundo.
A afirmação é do jornalista investigativo norte-americano Seymour Hersh. "O apoio de Biden à Ucrânia e a Israel e sua recente decisão de atacar os houthis no Iêmen o colocaram em um clube com dois líderes, Benjamin Netanyahu e Vladimir Zelensky, que estão sendo cada vez mais repudiados em grande parte do mundo", declarou.
Na contramão do que acontece com o presidente democrata, o especialista lembrou que cresce fora do coletivo ocidental o respeito pelos presidentes russo e chinês, Vladimir Putin e Xi Jinping.
E a mais recente decisão do governo Biden, de atacar posições houthis no Iêmen em meio ao temor de uma escalada das tensões no Oriente Médio, só demonstra o pânico político do presidente norte-americano.
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Biden: 'Vaidoso, preguiçoso e não muito inteligente'

Hersh aponta que Biden, quando cumpria mandato como senador, era conhecido por muitos de seus colegas como "vaidoso, preguiçoso e não muito inteligente". O democrata esteve na Casa entre 1972 e 2008, quando abriu mão da cadeira para ser vice-presidente no governo de Barack Obama.
Apesar de ter votado contra autorizar a primeira guerra dos EUA no Iraque em 1991, Biden se tornou "consistentemente belicoso" em suas visões de política externa mais tarde, disse Hersh.
Uma amostra dessa mudança é a insistência do governo Biden no fornecimento de armas dos EUA à sangrenta guerra movida por Israel na Faixa de Gaza, mesmo diante da pressão internacional cada vez maior por um cessar-fogo.
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Além disso, o jornalista investigativo lembra que a administração Biden tenta emplacar um financiamento suplementar de mais de US$ 100 bilhões (R$ 492 bilhões) à Ucrânia e a Israel, mas enfrenta dificuldades no Congresso. Para aprovar o pedido, os parlamentares, principalmente republicanos, insistiram na inclusão de medidas mais rigorosas para lidar com a crise de imigração ilegal na fronteira dos EUA com o México.
Desde agosto de 2021, a popularidade de Biden entre os eleitores dos Estados Unidos é inferior a 50%. Em dezembro, chegou a um dos índices mais baixos desde o início do mandato, quando ficou em apenas 40%.
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