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Israel 'não tem intenção de ocupar permanentemente Gaza', diz Netanyahu

© AFP 2023 / Ohad ZwigenbergO primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, preside uma reunião de gabinete na base militar de Kirya, que abriga o Ministério da Defesa de Israel, em Tel Aviv, 24 de dezembro de 2023
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, preside uma reunião de gabinete na base militar de Kirya, que abriga o Ministério da Defesa de Israel, em Tel Aviv, 24 de dezembro de 2023 - Sputnik Brasil, 1920, 11.01.2024
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O premiê israelense garantiu que o Exército do país está combatendo o grupo palestino e fazendo todo o possível para minimizar as mortes de civis.
Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, disse na quarta-feira (10) que o país "não tem intenção de ocupar permanentemente Gaza ou deslocar sua população civil".
"Israel está combatendo os terroristas do Hamas, não a população palestina, e estamos fazendo isso com total respeito à lei internacional", disse ele.
Segundo Netanyahu, o Exército israelense "está fazendo todo o possível para minimizar as mortes de civis".
No dia 7 de outubro, o Hamas atacou Israel a partir da Faixa de Gaza, provocando mais de 1.100 mortes e sequestrando cerca de 240 pessoas.
Em retaliação, Israel declarou guerra ao Hamas e iniciou ataques em massa contra Gaza, ao mesmo tempo que impôs um bloqueio total ao enclave palestino, cortando o fornecimento de água, alimentos, medicamentos, eletricidade e combustível. No dia 27 de outubro, Israel lançou uma incursão terrestre em grande escala na Faixa de Gaza.
Foto realizada durante visita da mídia organizada pelos militares israelenses mostra tropas operando na área de Al-Bureij, no centro da Faixa de Gaza, 8 de janeiro de 2024 - Sputnik Brasil, 1920, 09.01.2024
Guerra de Israel em Gaza muda para 'fase direcionada' de 'missões cirúrgicas' contra o Hamas
A ofensiva já causou a morte de mais de 23.200 pessoas e deixou quase 60.000 feridos no enclave.
A Rússia, o Brasil e vários países insistem para que Israel e o Hamas estabeleçam um cessar-fogo, mas Tel Aviv e seu principal parceiro, os Estados Unidos, se opõem à ideia.
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