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Coreia do Sul aumentará apoio não letal à Ucrânia, diz mídia

© AP Photo / Escritório presidencial da Coreia do Sul / HandoutOlena Zelenska, primeira-dama da Ucrânia (à esquerda), cumprimenta Yoon Suk Yeol, presidente da Coreia do Sul (à direita) no gabinete presidencial sul-coreano em Seul, Coreia do Sul, 16 de maio de 2023.
Olena Zelenska, primeira-dama da Ucrânia (à esquerda), cumprimenta Yoon Suk Yeol, presidente da Coreia do Sul (à direita) no gabinete presidencial sul-coreano em Seul, Coreia do Sul, 16 de maio de 2023. - Sputnik Brasil, 1920, 17.05.2023
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A primeira-dama ucraniana viajou ao país asiático, onde pediu que fossem enviados mais suprimentos não letais, entre eles equipamentos para detectar e remover minas.
Yoon Suk Yeol, presidente da Coreia do Sul, prometeu na terça-feira (16) ampliar a ajuda não letal do país à Ucrânia, escreve na terça-feira (16) o portal Defense News.
O portal indica que Olena Zelenska, esposa de Vladimir Zelensky, e primeira-dama da Ucrânia, visitou a Coreia do Sul como enviada especial do líder ucraniano. Durante sua reunião com Yoon em Seul, Zelenska solicitou que Seul aumentasse seu apoio de suprimentos militares não letais, incluindo equipamentos para detectar e remover minas, e ambulâncias, de acordo com o gabinete do presidente sul-coreano.
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Yoon respondeu que seu governo coordenaria estreitamente a questão com a OTAN e outros parceiros internacionais para "apoiar ativamente o povo ucraniano", disse seu porta-voz Lee Do Woon durante uma reunião. Segundo explicou, Zelenska não fez nenhum pedido de fornecimento de armas sul-coreanas durante sua conversa com o alto responsável da Coreia do Sul.
A Coreia do Sul fechou acordos no valor de bilhões de dólares para fornecer tanques, obuseiros, caças e outros sistemas de armas para a Polônia, Estado-membro da OTAN, desde o começo da operação militar especial da Rússia na Ucrânia.
Um funcionário dos EUA declarou em novembro que o país norte-americano concordou em comprar 100.000 projéteis de artilharia de fabricantes sul-coreanos para fornecer à Ucrânia, apesar de as autoridades sul-coreanas terem afirmado que as munições se destinavam a reabastecer os estoques esgotados dos EUA.
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