Marinhas dos EUA e de outros países concluíram manobras antissubmarino em Guam

© AFP 2023 / Arun SankarMarinheiro da Marinha da Índia no convés do navio INS Shivalik, durante exercícios navais conjuntos com as marinhas dos EUA e do Japão, em Chennai, Índia, 10 de julho de 2017
Marinheiro da Marinha da Índia no convés do navio INS Shivalik, durante exercícios navais conjuntos com as marinhas dos EUA e do Japão, em Chennai, Índia, 10 de julho de 2017 - Sputnik Brasil, 1920, 08.04.2023
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As forças navais de cinco países testaram a interoperabilidade no Pacífico, incluindo como aviso àqueles que "desafiariam nosso encargo de manter um Indo-Pacífico livre e aberto".
As marinhas dos EUA, Canadá, Índia, Japão e Coreia do Sul concluíram o exercício de guerra antissubmarino Sea Dragon ao largo da costa de Guam, comunicou na quinta-feira (6) a Marinha norte-americana.
As forças dos EUA incluíram dois aviões P-8A Poseidon, com os exercícios contando também com a participação de aviões de patrulha marítima e de reconhecimento da Força Aérea Real Canadense, da Marinha da Índia, da Força de Autodefesa Marítima do Japão e da Marinha da República da Coreia.
MAR 15-30, P-1 da AW1 participaram do exercício multilateral Sea Dragon 2023 da Marinha dos EUA na Base Aérea de Andersen, Guam, para melhorar suas capacidades táticas para a guerra antissubmarino, e também para fortalecer a cooperação com as marinhas participantes.
O treinamento em sala de aula para o exercício reuniu pilotos e oficiais de voo para "discutir táticas incorporando as capacidades e equipamentos de suas respectivas nações", apontou a 7ª Frota dos EUA.
Durante as próprias manobras, as marinhas aliadas treinaram táticas de guerra antissubmarino avançadas, incluindo o rastreamento de alvos simulados, na região do Indo-Pacífico, disse a Marinha dos EUA.
O exercício incluiu 35 missões, totalizando cerca de 170 horas de voo para todos os participantes.
"Oportunidades de treinamento como estas nas [ilhas] Marian-++as não só nos preparam para defender juntos, mas também dissuadem aqueles que desafiariam nosso encargo de manter um Indo-Pacífico livre e aberto", disse o contra-almirante Benjamin Nicholson, comandante conjunto da região das Marianas, em um comunicado da Marinha dos Estados Unidos.
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