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Carregamentos de petróleo da Rússia recuperam em meio às crescentes exportações para a Ásia

© Sputnik / Maksim BogodvidBombeamento de petróleo na região de Alimetievsk, república de Tatarstan, Rússia, foto publicada em 11 de março de 2022
Bombeamento de petróleo na região de Alimetievsk, república de Tatarstan, Rússia, foto publicada em 11 de março de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 13.03.2023
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A Ásia está importando cada vez mais petróleo, permitindo que as exportações russas por via marítima recuperem das perdas sofridas, escreve a Bloomberg.
O fluxo de petróleo carregado por via marítima aumentou na última semana, informou na segunda-feira (13) a agência norte-americana Bloomberg.
Assim, o número de barris na semana até sexta-feira (10) recuperou 40% das perdas nos sete dias anteriores, ficando em 3,33 milhões de barris por dia. A média tetrasemanal também aumentou.
Os volumes do óleo com destino à China, Índia, Turquia e de navios que não mostram um destino final também atingiram o maior valor diário médio em um espaço de quatro semanas até agora, atingindo 3,28 milhões de barris. A Bloomberg supõe que os destinos indicados como "Outros da Ásia" tenham como destino real a Índia.
O país asiático continua aumentando suas importações do hidrocarboneto russo, após ultrapassar os valores da China em novembro de 2022. As exportações à China tiveram igualmente o maior volume após o começo da operação militar especial da Rússia na Ucrânia.
Os dados da Bloomberg também apontam para um aumento nas cargas no mar Mediterrâneo. Ao mesmo tempo, os suprimentos marítimos diários médios nos últimos 28 dias à Bulgária, o único Estado-membro da União Europeia que tem simultaneamente um período de isenção de sanções ao petróleo russo até 2024, e acesso ao mar, estabilizaram em 83.000 barris diários. Já os volumes com destino à Europa em geral têm sofrido grandes quedas desde 24 de fevereiro de 2022.
Em dezembro de 2022 a União Europeia impôs um embargo petrolífero à Rússia, uma medida aplicada ou decidida previamente pelo Canadá, os EUA e o Reino Unido, sendo que em fevereiro de 2023 a proibição foi alargada para produtos petrolíferos. Em dezembro de 2022 e fevereiro de 2023 também entraram em vigor tetos de preços ao petróleo e produtos petrolíferos da Rússia pelo G7 e a Austrália.
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