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EUA enviam grupo de porta-aviões para o mar do Sul da China em meio às tensões com Pequim

© AFP 2023 / Andreas SolaroCaça F/A-18 no convés do porta-aviões movido a energia nuclear USS Harry S. Truman de classe Nimitz, durante manobras Neptune Shield 22 da OTAN no leste do mar Mediterrâneo, 23 de maio de 2022
Caça F/A-18 no convés do porta-aviões movido a energia nuclear USS Harry S. Truman de classe Nimitz, durante manobras Neptune Shield 22 da OTAN no leste do mar Mediterrâneo, 23 de maio de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 28.01.2023
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Washington mandou um grupo de navios liderado pelo porta-aviões Nimitz para o mar do Sul da China, navegando "onde as normas e regras internacionais permitirem".
O porta-aviões USS Nimitz e os outros navios de guerra dos EUA que o acompanham entraram no mar do Sul da China, disse o contra-almirante Christopher Sweeney, comandante do grupo, à agência britânica Reuters.
Além do próprio Nimitz, o Grupo de Ataque de Porta-Aviões 11 conta com a participação do cruzador de mísseis guiados Bunker Hill e dos destróieres de mísseis guiados Decatur, Wayne E. Meyer e Chung-Hoon, além de helicópteros MH-60 Seahawk e caças F/A-18 Hornet.
Sweeney disse que a ação, descrita pela Reuters como "uma demonstração do poder militar dos EUA em algumas das águas mais disputadas do mundo", faz parte de um compromisso dos EUA de defender a liberdade de passagem nas águas e no espaço aéreo de uma região vital para o comércio global e demonstra seu apoio aos aliados regionais.
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"Vamos navegar, voar e operar onde as normas e regras internacionais permitirem. Vamos fazer isso com segurança e vamos ser resolutos sobre isso", garantiu, apontando como objetivo assegurar "o comércio livre e aberto no Indo-Pacífico".
Pequim reivindica quase todo o mar do Sul da China, onde países como Vietnã, Malásia, Brunei e Filipinas também têm disputas.
Tanto a China como os EUA e seus aliados têm realizado manobras regulares e usado navios para passar pelo mar do Sul da China, pelo estreito de Taiwan e outras áreas costeiras chinesas. Pequim vê Washington como tentando conter sua ascensão, particularmente através do apoio militar a Taiwan, que considera uma província renegada, que um dia voltará a integrar o país.
No final de dezembro um avião de reconhecimento dos EUA no mar do Sul da China quase se envolveu em um incidente com uma aeronave da Marinha da China.
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