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'Resposta resoluta': China faz exercícios em torno de Taiwan em meio a 'conluio e provocação'

© Foto / China Military OnlineUm bombardeiro H-6K da Força Aérea do Exército Popular de Libertação Popular da China (ELP) participa de exercícios militares perto de Taiwan, 3 de agosto de 2022
Um bombardeiro H-6K da Força Aérea do Exército Popular de Libertação Popular da China (ELP) participa de exercícios militares perto de Taiwan, 3 de agosto de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 25.12.2022
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Pequim anunciou ter feito novos exercícios militares ao lado do território autogovernado, justificando isso com a necessidade de "defender resolutamente a soberania nacional e a integridade territorial".
A China disse no domingo (25) ter conduzido manobras militares em torno de Taiwan em resposta às provocações de Taipé e de Washington, cita a agência britânica Reuters.
O Comando do Teatro Oriental do Exército de Libertação Popular (ELP) da China relatou ter realizado "patrulhas conjuntas de prontidão de combate e exercícios conjuntos de ataque com poder de fogo" em torno da ilha autogovernada.
"Esta é uma resposta resoluta à atual escalada de conluio e provocação dos Estados Unidos e Taiwan. As forças do teatro tomarão todas as medidas necessárias para defender resolutamente a soberania nacional e a integridade territorial", avaliou.
Já Taipé acusou Pequim de estar destruindo a paz regional.
As Forças Armadas da China intensificaram nos últimos anos as ações em torno de Taiwan, e especialmente após a visita em agosto a Taiwan de Nancy Pelosi, presidente da Câmara dos Representantes dos EUA.
O território autogovernado de Taiwan se formou após as forças de Chiang Kai-Shek terem fugido para a ilha em 1949, enquanto a República Popular da China (RPC) foi proclamada nesse ano no continente. A ONU reconheceu inicialmente Taipé como único representante da China, mas em 1971 a posição mundial mudou a favor de Pequim.
Em resposta, durante a década de 1970 os EUA, que têm apoiado militarmente a ilha, também reconheceram o governo da RPC como representante legítimo da China, mas passaram em 1979 a Lei das Relações de Taiwan, que rege as relações não oficiais de Washington com o território, adotando uma "ambiguidade estratégica".
Pequim nunca reconheceu a independência de Taipé, declara que um dia ela se reunificará com o país inteiro, e insta Washington a implementar na prática a política de Uma Só China e os Três Comunicados Conjuntos com os EUA, em vez de armar Taiwan.
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