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Após decisão de Moraes, PP e Republicanos se voltam contra PL e reafirmam vitória de Lula

© Foto / Isac Nóbrega / Palácio do PlanaltoSolenidade de posse dos ministros Alexandre de Moraes (na foto) e Ricardo Lewandowski nos cargos de presidente e vice-presidente, respectivamente, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 16 de agosto de 2022
Solenidade de posse dos ministros Alexandre de Moraes (na foto) e Ricardo Lewandowski nos cargos de presidente e vice-presidente, respectivamente, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 16 de agosto de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 24.11.2022
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A decisão do ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de aplicar multa milionária ao PL e de bloquear as contas de Republicanos e PP fez com que estes se voltassem contra o partido do presidente Jair Bolsonaro, derrotado nas eleições por Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Dirigentes de PP e Republicanos alegaram que a ação movida pelo PL em nome da coligação que sustentou a candidatura de Bolsonaro não foi feita com a concordância desses dois partidos.

"Não fomos consultados. Reconheci o resultado publicamente às 20h28 do dia da eleição", declarou o presidente do Republicanos, deputado federal Marcos Pereira (SP), em entrevista ao Estado de S. Paulo.

O presidente interino do PP, deputado federal Cláudio Cajado (BA), usou o mesmo argumento. Cajado está interinamente na presidência em razão de o senador Ciro Nogueira (PI) atuar como ministro da Casa Civil de Bolsonaro.

"Não fui consultado, e eles falavam em nome do PL, e não em nome da coligação", declarou.

O ministro Alexandre de Moraes indeferiu, na noite de quarta-feira (23), o pedido do PL que contestava o resultado das urnas no segundo turno das eleições presidenciais de 2022.
Além de rejeitar a ação que requeria a anulação de parte dos votos, Moraes determinou a aplicação de uma multa de R$ 22,9 milhões ao partido, bloqueando e suspendendo as contas do fundo partidário dos partidos da coligação eleitoral de Jair Bolsonaro até o pagamento.
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