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Reino Unido quer substituir institutos chineses por professores de Taiwan, relata The Guardian

© AP Photo / Alastair GrantCrianças da escola primária Robin Hood em Birmingham cantam uma canção em mandarim para o presidente chinês Xi Jinping, que participou da abertura da conferência anual do Instituto de Educação do Instituto Confúcio em Londres, 22 de outubro de 2015
Crianças da escola primária Robin Hood em Birmingham cantam uma canção em mandarim para o presidente chinês Xi Jinping, que participou da abertura da conferência anual do Instituto de Educação do Instituto Confúcio em Londres, 22 de outubro de 2015 - Sputnik Brasil, 1920, 19.09.2022
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As autoridades britânicas pretendem fechar gradualmente os institutos chineses Confúcio e convidar professores de Taiwan para organizar programas alternativos de língua chinesa, informa o jornal The Guardian.
Segundo os dados do veículo, há atualmente 30 filiais do Instituto Confúcio no Reino Unido que continuam a ensinar língua e cultura chinesas aos britânicos, apesar das "controvérsias" entre os países. Ao mesmo tempo, escreve o jornal, até recentemente, o governo conservador do Reino Unido "aceitou positivamente o programa apoiado por Pequim".
Porém, agora, devido à deterioração das relações entre os países, o gabinete britânico pretende fechar gradualmente as entidades do Instituto Confúcio. Em vez desses, as autoridades querem criar programas alternativos e convidar professores de Taiwan.
Nota-se que um grupo de parlamentares multipartidários já está conduzindo negociações com a ilha.
Anteriormente, os resultados da pesquisa da China Research Group mostraram que quase todas as despesas públicas do Reino Unido para o ensino de língua chinesa nas escolas são direcionadas através de Institutos Confúcio. Conforme avaliações, as despesas equivalem a pelos menos 27 milhões de libras esterlinas (R$ 157 milhões) de 2015 a 2024. Agora, os deputados propõem redirecionar o financiamento para programas alternativos, em particular, programas conjuntos com Taiwan.
Pequim não reconhece a soberania de Taiwan, considerando a ilha sua província e se manifestando veementemente contra seus contatos com funcionários e militares de outros países.
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