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Justiça dos EUA diz que documentos de Trump incluíam material sobre inteligência

© AP Photo / John RaouxO ex-presidente Donald Trump durante a Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC, na sigla em inglês), em 26 de fevereiro de 2022, em Orlando, na Flórida
O ex-presidente Donald Trump durante a Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC, na sigla em inglês), em 26 de fevereiro de 2022, em Orlando, na Flórida - Sputnik Brasil, 1920, 26.08.2022
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O Departamento de Justiça (DOJ, na sigla em inglês) dos Estados Unidos divulgou nesta sexta-feira (26) que está investigando o ex-presidente Donald Trump por remover registros da Casa Branca porque acredita que ele detinha documentos ilegalmente.
De acordo com informações do DOJ, publicadas pela Reuters, os documentos secretos incluíam dados sobre a coleta de inteligência norte-americana e de fontes humanas do governo consideradas clandestinas.
O departamento divulgou uma declaração fortemente redigida que sustentou a extraordinária busca do FBI em 8 de agosto na residência de Trump na Flórida, na qual os agentes apreenderam 11 conjuntos de registros confidenciais, incluindo alguns rotulados como "ultrasecretos", entre documentos que poderiam ameaçar gravemente a segurança nacional se expostos.
Na declaração, um agente não identificado do FBI disse que a agência revisou e identificou 184 documentos "com marcas de classificação" contendo "informações de defesa nacional".
A busca fez parte de uma investigação que apura se Trump removeu e manteve documentos ilegalmente quando deixou o cargo em janeiro de 2021, logo após perder a eleição para o presidente Joe Biden. As denúncias também apontam que Trump tentou obstruir a investigação.
O ex-presidente Donald Trump durante evento na Casa Branca - Sputnik Brasil, 1920, 15.08.2022
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Trump pede que FBI devolva documentos apreendidos em Mar-a-Lago
Donald Trump descreveu a busca aprovada pelo tribunal na propriedade de Mar-a-Lago, em Palm Beach, como politicamente motivada e um "arrombamento".
No sábado (13), a Fox News informou que o FBI supostamente confiscou alguns documentos durante a operação em Mar-a-Lago que estavam protegidos sob o privilégio entre advogado e cliente e potencialmente sob privilégio executivo.
O New York Times publicou no sábado (13), citando pessoas familiarizadas com materiais relevantes, que o advogado de Trump fez uma declaração por escrito em junho dizendo que o ex-presidente havia devolvido todos os documentos confidenciais de sua residência em Mar-a-Lago ao governo dos EUA.
Trump emitiu um comunicado na sexta-feira (12) negando que ele mantinha documentos confidenciais em sua residência e enfatizou que todos os materiais foram desclassificados e armazenados com segurança.
O ex-chefe de Estado dos EUA condenou repetidamente a operação, dizendo que o sistema de Justiça dos EUA estava sendo usado como arma contra ele e que o governo poderia simplesmente ter pedido os documentos.
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