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EUA reforçarão laços militares com Nova Zelândia em meio à crescente influência da China no Pacífico

© AFP 2022 / Dylan Lavin / HandoutNavios militares dos EUA em formação no Círculo do Pacífico, 28 de julho de 2022
Navios militares dos EUA em formação no Círculo do Pacífico, 28 de julho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 01.08.2022
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Os EUA continuarão operando no oceano Pacífico para "preservar a paz, prosperidade e as relações expansivas" na região, de acordo com um alto responsável militar americano.
John Aquilino, almirante e chefe do Comando Indo-Pacifico dos EUA (USINDOPACOM, na sigla em inglês), prometeu expandir os laços militares com a Nova Zelândia para reforçar a "paz e estabilidade" na região do Pacífico Sul.
"Todos os parceiros na região, especialmente a Nova Zelândia e os Estados Unidos, trabalham diariamente para assegurar a continuidade da paz e da estabilidade de que desfrutamos. Portanto, o que gostaríamos de ver é continuar o que temos feito", disse Aquilino durante uma visita a Wellington na segunda-feira (1º).
"Os Estados Unidos têm sido uma nação do Pacífico durante toda a nossa vida. Continuaremos operando no Pacífico, não importa o que mais você possa ouvir. Vamos operar em áreas onde o direito internacional nos permite preservar a paz, prosperidade e as relações expansivas no Pacífico", prometeu.
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O general dos EUA também exortou as disputas na região a serem "resolvidas pacificamente" e expressou esperança de que "possamos continuar operando juntos para produzir esse efeito".
"A liderança que a Nova Zelândia e a Austrália demonstram na região do Pacífico Sul é extremamente importante. Ela nos ajuda a entregar coisas que aquelas nações do Pacífico Sul precisam e querem", afirmou ele, após lembrar o discurso de 12 de julho de Kamala Harris, vice-presidente dos EUA, no Fórum das Ilhas do Pacífico (PIF, na sigla em inglês). A iniciativa foi entendida na época como tentativa de responder à turnê diplomática pela região do chanceler chinês Wang Yi.
Pequim tem criticado o envolvimento dos EUA na região do Pacífico Sul, responsabilizando Washington, mas também a Austrália e a Nova Zelândia, principalmente pela "militarização" da região.
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