Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Jornalista britânico: mídia do Reino Unido tenta 'branquear ou reabilitar' o batalhão nazista Azov

© Sputnik / Serviço de imprensa do Ministério da Defesa da RússiaMilitante do batalhão nacionalista Azov mostrando taguagem em Mariupol, foto publicada em 20 de maio de 2022
Militante do batalhão nacionalista Azov mostrando taguagem em Mariupol, foto publicada em 20 de maio de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 30.05.2022
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Um redator do jornal Morning Star que viajou à Ucrânia contou ter visto a cidade de Lvov "cheia de fascistas e mercenários", e que a mídia do Reino Unido tenta retratar a situação de uma forma completamente diferente.
A mídia do Reino Unido está ocupada tentando "branquear" a reputação de grupos neonazistas na Ucrânia, segundo Steve Sweeney, redator da seção internacional do jornal Morning Star.
"Você tem o The Times, The Telegraph, The Guardian, a BBC, Sky News, Channel 4, todos realmente produzindo relatos idênticos de Kiev e Lvov que não divergem de forma nenhuma da fala governamental, da fala da OTAN sobre o que está acontecendo" durante a operação militar especial da Rússia, comentou o jornalista à RT, após voltar da Ucrânia.
Sweeney disse que foi lá para "reportar a verdade" no terreno.
"Um grande esforço está sendo feito para basicamente branquear ou reabilitar o [batalhão neonazista ucraniano] Azov como não tendo influência na Ucrânia ou sendo simplesmente nacionalistas mal entendidos", afirmou o redator do Morning Star, apontando a reportagem da emissora BBC como "uma grande lição na negação do fascismo".
Steve Sweeney notou durante sua viagem a Lvov que a cidade estava "cheia de fascistas e mercenários e pessoas usando fardamento militar que estão usando redes de transporte civis para entrar na Ucrânia" da Polônia.
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Os estrangeiros em equipamento militar, que dizem ir à Ucrânia "para matar os russos, são recebidos de braços abertos; têm direito a tapete vermelho e são esbofeteados nas costas e tratados como heróis", disse ele, acrescentando que foi tratado de uma maneira completamente diferente pelas autoridades ucranianas.
"O que aconteceu comigo foi que eu fui interrogado sobre meus negócios na Ucrânia; me foi dito que eu era um espião; que eu seria preso e torturado; e a indicação era possivelmente pior do que isso, o que significa que eles teriam potencialmente me matado", lembrou o jornalista.
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