Taiwan produzirá mísseis com alcance de até 1.200 quilômetros, podendo atingir cidades chinesas

© AFP 2022 / Sam YehMíssil supersônico Míssil Hsiung Feng III de Taiwan
Míssil supersônico Míssil Hsiung Feng III de Taiwan - Sputnik Brasil, 1920, 22.04.2022
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Em meio à tensão com a China, Taiwan anunciou que começará a produzir mísseis terra-terra Hsiung Sheng, com um alcance de até 1.200 quilômetros, ou seja, podem alcançar as cidades chinesas de Wuhan e Qingdao.
Com o início da produção em massa, Taiwan espera concluir a fabricação de 100 mísseis até 2025.
De acordo com o jornal Taiwan News, o míssil contará com dois tipos de ogivas: as altamente explosivas e as de fragmentação.
Segundo o especialista da Fundação de Política Nacional, Chieh Chung, citado pela mídia, Taiwan pretende elevar sua capacidade militar e retardar ou paralisar os avanços chineses na região.
Vale ressaltar que Taiwan está recebendo um forte apoio dos EUA, que já deixaram claro que não pouparão esforços para apoiar a ilha. Tal como na Ucrânia, os norte-americanos usam seus "inimigos imaginários" para provocar o pânico em seus aliados e intensificar o comércio de armas.
Marinha dos EUA participa de exercícios militares integrados às manobras multinacionais Sea Breeze 2021, perto de Kherson, Ucrânia, 2 de julho de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 18.04.2022
Panorama internacional
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Washington alertou recentemente sobre a suposta possibilidade de uma ofensiva chinesa para reintegrar a ilha, mas, ao mesmo tempo, vários altos funcionários americanos deram a entender que os EUA não vão entrar em um conflito armado com Pequim por causa disso. Ao mesmo tempo, a Casa Branca prometeu fazer tudo o que estiver ao seu alcance para impedir Pequim de nutrir tais planos.
Os EUA têm uma reserva de US$ 14,2 bilhões (cerca de R$ 65,6 bilhões) em equipamentos militares que Taiwan encomendou em 2019.
Pequim considera Taiwan parte de seu território soberano e vem alertando constantemente os EUA contra o apoio a qualquer sentimento separatista. Contudo, os norte-americanos seguem apostando em sua política destrutiva e de desestabilização para tentar levar vantagem no mercado de defesa, bem como na economia mundial.
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