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Pirâmide: Polícia Civil do RJ está atrás de dupla que aplicava golpe financeiro com criptomoedas

© REUTERS / Edgar SuRepresentação das criptomoedas de Bitcoin
Representação das criptomoedas de Bitcoin - Sputnik Brasil, 1920, 04.04.2022
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Segundo a investigação da Operação Aryan, os sócios da Alpha Consultoria enganaram ao menos 2.000 pessoas e movimentaram R$ 200 milhões.
De acordo com reportagem do portal de notícias G1, a empresa Alpha Consultoria, com sede em Niterói, no estado do Rio de Janeiro, prometia a seus clientes um rendimento mensal de 30%, mas rapidamente parava de pagar o montante devido.
"Trinta por cento é incompatível com o mercado. Não acredite em promessa fácil. Não existe dinheiro fácil", afirmou o delegado da 76ª Delegacia de Polícia de Niterói, Luiz Henrique Marques.
Segundo informações dos agentes da Polícia Civil responsáveis pela Operação Aryan, o empresário Sadraqui de Freitas e o ex-pastor evangélico Nathan Assis de Oliveira estão foragidos e acusados de estelionato, associação criminosa e crime contra a economia popular. Sadraqui já possuía 30 anotações criminais e seu sócio, Nathan, 24 anotações. Nenhum dos dois tem passagem pela polícia.
A Operação Aryan, que faz referência a uma cidade no Egito onde fica localizada uma misteriosa pirâmide, foi às ruas nesta segunda-feira (4) para tentar prender a dupla de criminosos e cumprir nove mandados de busca e apreensão na cidade de São Gonçalo e no bairro Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
A empresa foi aberta pelos suspeitos em fevereiro de 2021 e começou a atrasar os pagamentos apenas dois meses depois. A investigação aponta que ao menos 2.000 pessoas foram lesadas pelo esquema de pirâmide financeira e que cerca de R$ 200 milhões foram movimentados por Sadraqui e Nathan, que levavam uma vida luxuosa e cheia de ostentação nas redes sociais.
A justificativa que os donos da empresa davam aos seus clientes era de que a corretora de criptomoedas, onde supostamente eram realizadas as operações da Alpha, havia bloqueado suas contas sem aviso prévio. No entanto, a Polícia Civil teve acesso a essas contas e confirmou que não havia nenhum tipo de bloqueio e que inclusive parte do montante estava disponível para saque.
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