Canadá aprova envio de US$ 7 milhões em armas de fogo à Ucrânia

© REUTERS / Valentyn OgirenkoMilitar ucraniano desembala mísseis antitanque Javelin transportados pelos EUA ao Aeroporto Internacional Boryspil, perto de Kiev, Ucrânia, 10 de fevereiro de 2022
Militar ucraniano desembala mísseis antitanque Javelin transportados pelos EUA ao Aeroporto Internacional Boryspil, perto de Kiev, Ucrânia, 10 de fevereiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 15.02.2022
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O governo canadense segue a política de vários países ocidentais em apoiar Kiev militarmente, autorizando o envio de metralhadoras, fuzis de precisão e outras armas, enquanto acusa a Rússia de "agressão".
Ottawa enviará assistência militar à Ucrânia na forma de armas de fogo e munições, informou na segunda-feira (14) o Departamento de Defesa Nacional do Canadá.
"Canadá doará mais de US$ 7 milhões (R$ 36,5 milhões) em armas letais e diversos itens de apoio às Forças Armadas da Ucrânia. Esse equipamento inclui metralhadoras, pistolas, carabinas, 1,5 milhão de munições, fuzis de precisão e vários equipamentos relacionados", disse o órgão governamental canadense.
"Canadá está firme em seu apoio à soberania, integridade territorial e independência da Ucrânia e continua condenando a agressão russa à medida que reúne suas forças militares em torno da Ucrânia. Canadá segue comprometido com uma solução diplomática e continua instando a Rússia para desescalar e participar de um diálogo significativo", continuou o Departamento de Defesa Nacional.
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O Ocidente tem fornecido apoio militar à Ucrânia desde 2014, quando um golpe de Estado pró-ocidental retirou do poder o democraticamente eleito presidente Viktor Yanukovich. Essa ajuda foi intensificada nos últimos meses, após países ocidentais acusarem a Rússia de reunir dezenas de milhares de militares junto das fronteiras ucranianas em suposta preparação para uma invasão.
A Rússia nega pretender invadir seu vizinho e refere ter todo o direito de mover tropas dentro de seu próprio território. Moscou também critica o aumento da presença militar da OTAN no Leste Europeu, que diz ser uma ameaça à sua segurança nacional. Para evitar as tensões, o Kremlin propõe remover todos os soldados e respetiva infraestrutura militar da OTAN e da Rússia na proximidade entre os dois lados e pretende que a Aliança Atlântica não se expanda ainda mais para leste.
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