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Cientistas descobrem por que Ômicron é menos letal

© AP Photo / David ZalubowskiUm técnico médico realiza um teste de esfregaço nasal em um ciclista na fila de uma fila com motoristas em um local de testes COVID-19 perto do All City Stadium, 30 de dezembro de 2021
Um técnico médico realiza um teste de esfregaço nasal em um ciclista na fila de uma fila com motoristas em um local de testes COVID-19 perto do All City Stadium, 30 de dezembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 02.01.2022
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Por se concentrar mais na região da garganta, nova variante seria menos severa do que a Delta ou a que deu origem à COVID-19 em Wuhan, na China. Entretanto, especialista alerta que cuidados devem ser mantidos.
No total, seis estudos publicados desde o final do ano passado apontam para mesma percepção em torno da variante Ômicron: ela é menos nociva porque poupa mais os pulmões, tendo maior probabilidade de infectar a garganta.
Porém, justamente por atacar essa parte do corpo, ela se torna mais transmissível, segundo o The Guardian.
"O resultado de todas as mutações que tornam a Ômicron diferente das variantes anteriores é que ela pode ter alterado sua capacidade de infectar diferentes tipos de células. [...] Em essência, parece ser mais capaz de infectar o trato respiratório superior, ou seja, as células da garganta. [...] Isso é realmente preliminar, mas os estudos apontam na mesma direção", disse Deenan Pillay, professor de virologia da University College London e pesquisador da nova variante.
Essa ênfase nas células da garganta é o que tornaria a estirpe mais disseminável. Já as cepas que atingem os pulmões são mais severas, como a Delta, no entanto, por se localizarem neste órgão, têm índices de contaminação menos elevados.
Outro estudo feito na Universidade de Liverpool, Reino Unido, afirmou que a variante provocou quadros mais leves da doença em camundongos.
"O modo como o animal reagiu à doença foi menos agressivo do que com a Delta e também com o coronavírus que deu início à pandemia em Wuhan. Os animais se recuperaram mais rapidamente da Ômicron", disse o professor James Stewart, do grupo de pesquisa de virologia da instituição citado pela mídia.
Entretanto, Sterwart adverte que, mesmo sendo menos nociva, é muito importante continuar os cuidados.
"Se uma pessoa é clinicamente vulnerável, as consequências não são tão leves. Há registros de mortes pela Ômicron. Nem todos podem tirar as máscaras e ir para festas", alerta.
Uma profissional da saúde é vista em uma enfermaria para tratar pessoas infectadas com a variante do Ômicron do coronavírus, em um hospital em Ahmedabad, na Índia, em 6 de dezembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 30.12.2021
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