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Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Inflação na Alemanha é a mais alta em 29 anos

© AP Photo / Martin MeissnerLuzes de Natal brilham com comércio virtualmente vazio na Alemanha
Luzes de Natal brilham com comércio virtualmente vazio na Alemanha - Sputnik Brasil, 1920, 29.11.2021
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Índice de preços atinge patamar mais alto em quase três décadas, impulsionado pela alta dos preços de energia e problemas nas cadeias de abastecimento.
Na Alemanha, o índice de preços ao consumidor atingiu o nível mais alto dos últimos 29 anos, informou o Departamento Federal de Estatísticas (Destatis) nesta segunda-feira (29).
A maior economia da Europa ainda sofre com a crise energética e com os gargalos na cadeia de abastecimento, causados especialmente pelas medidas restritivas impostas durante a pandemia.
A taxa anual de inflação acelerou pelo quinto mês consecutivo e teve alta de 5,2% em novembro, impulsionada por um aumento nos preços da energia de 22% em relação ao mesmo período do ano passado. Em outubro, a alta da inflação foi de 4,5%, enquanto a energia subiu 18,6%.
De acordo com o Destatis, outro fator que também pesou foi uma queda acentuada no preço do petróleo.
Sinal de trânsito direciona o tráfego para a entrada da instalação de aterramento da linha de gás do Nord Stream 2 em Lubmin, Alemanha. Foto de arquivo - Sputnik Brasil, 1920, 19.11.2021
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Medidas para conter a crise

Na Alemanha, a média dos preços em 2020 foi mais baixa do que em 2021 em razão de reduções tributárias em caráter temporário, criadas para diminuir o impacto econômico da pandemia de COVID-19. A reversão dessas medidas contribuiu para a alta nos preços.
Segundo o portal Deutsche Welle, o Banco Central Europeu (BCE) quer manter a inflação anual na zona da moeda única, que inclui 19 países, em 2%, ainda que esteja preparado para aceitar variações.

"Presumimos que a inflação tenha atingido seu ápice em novembro, e cairá gradualmente no próximo ano, rumo à nossa meta de 2%" avalia a executiva do BCE, Isabel Schnabel.

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