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Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Europa precisa sair do 'campo teórico' e ser mais forte militarmente, diz conselheiro dos EUA

© AP Photo / Mindaugas KulbisSoldados da França integrando tropas da OTAN
Soldados da França integrando tropas da OTAN - Sputnik Brasil, 1920, 20.11.2021
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Conselheiro norte-americano pede que Europa aponte para "soluções pragmáticas" e invista mais no seu poderio militar e estratégico se quiser enfrentar com sucesso novas ameaças.
Em uma entrevista ao Politico, o conselheiro do Departamento de Estado dos EUA, Derek Chollet, disse que o governo Biden apoia "absolutamente" os aliados europeus no desenvolvimento de suas próprias capacidades militares mais fortes, entretanto, é hora de os líderes da União Europeia (UE) irem além da teoria e da retórica, salientou.
"É importante sair do reino teórico, do reino dos think tank da autonomia estratégica [...] e falar de soluções pragmáticas, práticas. [...] Queremos uma Europa mais forte", afirmou.
Chollet advertiu, que caso o contrário, a lacuna entre o que os militares dos EUA podem fazer e o que os militares da Europa não podem fazer só aumentará, especialmente quando se trata de enfrentar novas ameaças da China.
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Durante uma apresentação dos EUA em Bruxelas, o conselheiro também verbalizou sobre a preocupação norte-americana de que aliados europeus deixem de assumir mais responsabilidades e possam pagar por isso no futuro.

"Assisti a muitos ministros da defesa quando trabalhava no Pentágono e estava aqui em Bruxelas, onde todos os ministros da Defesa ao redor da mesa estariam em acordo violento sobre a necessidade de gastar mais em Defesa e ter um Exército mais moderno e capaz."

No entanto, o Chollet destaca que quando esses mesmos ministros "voltavam para casa" e tinham que "defender seus orçamentos" não encontravam apoio, acrescentando que "essa é uma dinâmica que ainda acontece aqui".
Porém, caso os aliados europeus finalmente estivessem prontos para levar a sério, Washington ficaria mais do que feliz em fornecer orientação sobre os tipos de capacidades a serem construídas. "Nós, os Estados Unidos, estamos dispostos a fornecê-los", afirmou.
© REUTERS / Pascal RossignolO secretário da Defesa dos EUA, Lloyd Austin, cumprimenta a Ministra da Defesa francesa, Florence Parly, enquanto eles participam de uma reunião dos Ministros da Defesa da OTAN em Bruxelas, Bélgica, em 21 de outubro de 2021
O secretário da Defesa dos EUA, Lloyd Austin, cumprimenta a Ministra da Defesa francesa, Florence Parly, enquanto eles participam de uma reunião dos Ministros da Defesa da OTAN em Bruxelas, Bélgica, em 21 de outubro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 20.11.2021
O secretário da Defesa dos EUA, Lloyd Austin, cumprimenta a Ministra da Defesa francesa, Florence Parly, enquanto eles participam de uma reunião dos Ministros da Defesa da OTAN em Bruxelas, Bélgica, em 21 de outubro de 2021
"É do interesse da América que a Europa seja mais capaz militarmente. É por isso que as administrações dos EUA, presidentes de ambos os partidos, secretários de Defesa desde os últimos seis ou sete anos, todos falaram sobre o PIB de 2% como uma espécie de bom padrão de manutenção para gastos militares", disse Chollet, referindo-se a uma meta de gastos feito pelos aliados da OTAN.
EUA e França, um dos principais países-membros da OTAN, se encontram com as relações abaladas após a Austrália desistir de uma parceria bilionária com a França para atender ao chamado dos EUA na aliança AUKUS, ato que o presidente francês, Emmanuel Macron, considerou uma traição.
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