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Cúpula Biden-Xi reduz tensão, mas sem progressos quanto a Taiwan e mar do Sul da China, diz analista

© REUTERS / Jonathan ErnstPresidente Joe Biden participa da reunião virtual com Xi Jinping, Casa Branca, Washington, EUA, 15 de novembro de 2021
Presidente Joe Biden participa da reunião virtual com Xi Jinping, Casa Branca, Washington, EUA, 15 de novembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 18.11.2021
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Na reunião virtual da última segunda-feira (15), Joe Biden e Xi Jinping não fizeram qualquer progresso nas questões mais controversas das relações entre os EUA e a China, como Taiwan, o mar do Sul da China ou os direitos humanos, segundo um analista.
A conversa entre os presidentes dos EUA e China provocou tanto notícias boas, como ruins, afirmou à Sputnik o professor Michael Klare, diretor do Programa das Cinco Faculdades em Estudos da Paz e Segurança Mundial (EUA).
"Eu diria que é uma questão de copo meio cheio, meio vazio", segundo Klare.
"Biden e Xi conseguiram reduzir as tensões entre os dois países, que estavam ficando extremamente tensas nas semanas que antecederam a cúpula virtual", disse.
Os presidentes estabeleceram uma base para um progresso futuro em algumas questões, como as mudanças climáticas e o comércio, onde os interesses dos dois países coincidem, conforme o professor.

No entanto, "ambos os líderes foram muito inflexíveis ao afirmar seus interesses centrais: a China não mostrou flexibilidade sobre Taiwan e os EUA não mostraram flexibilidade sobre o mar do Sul da China, por isso não está claro se são possíveis novos progressos nas questões mais controversas".

O analista sublinhou que, mesmo assim, a reunião estabeleceu um novo procedente, com ambas as partes mostrando sua vontade de participar de diálogos construtivos para evitar tensões entre elas.
"Eu acredito que a dinâmica mudou, no sentido de que ambos os líderes reconheceram implicitamente que, sem algum grau de diálogo e compromisso, as relações entre os Estados Unidos e a China podem 'evoluir para um conflito' como disse Biden, resultando em um confronto maior que ninguém quer", concluiu Klare.
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