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Forças de Israel iniciam exercícios simulando 'guerra em grande escala' contra Hezbollah

CC BY 2.0 / Forças de Defesa de Israel (IDF) / Soldados das Forças de Defesa de Israel (IDF) em Hebron
Soldados das Forças de Defesa de Israel (IDF) em Hebron - Sputnik Brasil, 1920, 01.11.2021
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Estas manobras, que devem durar até quinta-feira (4), visam simular uma guerra em grande escala contra o movimento libanês Hezbollah.
Além disso, os exercícios também têm como objetivo testar como o Exército, os serviços de emergência e as forças de segurança interna israelenses responderiam aos conflitos domésticos nas cidades mistas árabes-judaicas em Israel.
Em maio deste ano, durante intensos confrontos entre forças israelenses (FDI) e o movimento Hamas em Gaza, as cidades de Lod, Acre e Ramallah viveram confrontos que culminaram na morte de vários manifestantes palestinos e de residentes israelenses, além de deixar mais de mil pessoas feridas e causar dezenas de milhões de dólares em danos materiais.
"Vamos testar o que aprendemos e por aquilo que passamos em níveis que não previ em termos da frente doméstica", disse o brigadeiro-general Itzik Bar, chefe do comando da Frente do Estado-Maior de Israel, recordando a violência de maio e comentando sobre os novos exercícios, informa o The Times of Israel.
© AFP 2021 / JALAA MAREYNa cidade de Metula, no norte de Israel, perto da fronteira com o Líbano, pessoas hasteiam bandeiras do Hezbollah, Líbano e Palestina durante manifestação em solidariedade aos palestinos, nos arredores da aldeia do sul do Líbano de Kfarkila. Foto de arquivo
Na cidade de Metula, no norte de Israel, perto da fronteira com o Líbano, pessoas hasteiam bandeiras do Hezbollah, Líbano e Palestina durante manifestação em solidariedade aos palestinos, nos arredores da aldeia do sul do Líbano de Kfarkila. Foto de arquivo - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Na cidade de Metula, no norte de Israel, perto da fronteira com o Líbano, pessoas hasteiam bandeiras do Hezbollah, Líbano e Palestina durante manifestação em solidariedade aos palestinos, nos arredores da aldeia do sul do Líbano de Kfarkila. Foto de arquivo
"O que me preocupa como chefe do comando do Estado-Maior da frente doméstica é, em primeiro lugar, a questão das munições guiadas de precisão e os efeitos que terão na nossa capacidade de atuar e nas questões de alerta de lançamentos. A segunda é a cadência de fogo e a capacidade do Hezbollah de realizar ataques de foguetes realmente maciços contra áreas geográficas específicas – vou usar a frase 'demolir a linha da frente' – fogo dirigido contra as comunidades perto da fronteira", acrescentou o comandante.
Os exercícios incluirão simulações das consequências dos disparos pelo Hezbollah do seu vasto arsenal de mísseis e foguetes contra Israel, incluindo possíveis ataques contra locais de armazenamento de produtos químicos tóxicos dentro do país, grandes cortes de energia e cenários de hospitais sobrecarregados com civis feridos.
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