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China se opõe a contatos entre Taipé e Washington após confirmação da presença de tropas dos EUA

© AP Photo / Gabinete Presidencial de TaiwanPresidente taiwanesa Tsai Ing-wen faz saudação diante quadro com imagem do líder revolucionário chinês Sun Yat-sen durante posse de seu segundo mandato presidencial
Presidente taiwanesa Tsai Ing-wen faz saudação diante quadro com imagem do líder revolucionário chinês Sun Yat-sen durante posse de seu segundo mandato presidencial - Sputnik Brasil, 1920, 28.10.2021
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A presidente de Taiwan disse que a ameaça de Pequim aumenta a cada dia e, pela primeira vez, confirmou a presença de tropas dos Estados Unidos na ilha.
A presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen, confirmou em entrevista ao canal CNN que na ilha se encontram militares norte-americanos para treinar as forças taiwanesas.
"Temos uma ampla gama de cooperação com os Estados Unidos com o objetivo de fortalecer nossa capacidade de defesa. Não há assim tantos [militares dos EUA] quanto as pessoas pensam", respondeu Tsai à pergunta sobre quantos soldados norte-americanos estão na ilha.
Anteriormente, o jornal The Wall Street Journal relatou, citando altos funcionários americanos, que o contingente militar limitado dos EUA está secretamente em Taiwan por pelo menos um ano para treinar as forças terrestres taiwanesas.
Além disso, a presidente disse que a ameaça da China está aumentando e sublinhou que ela acredita no apoio dos Estados Unidos em caso de um ataque.
"A ameaça da China aumenta a cada dia", disse a presidente. Para reduzir o nível de desentendimento entre Taiwan e a China, seria bem aumentar a comunicação, afirmou Tsai.
"Podemos sentar-nos à mesa de negociações e conversar sobre nossos problemas", de acordo com a presidente.

Posição de Pequim

Em resposta às declarações de Tsai, o porta-voz da chancelaria chinesa, Wang Wenbin, disse na quinta-feira (28) que a China se opõe a quaisquer contatos militares e oficiais entre os Estados Unidos e Taiwan, bem como à interferência de Washington nos assuntos da ilha.
"Os EUA devem aderir ao princípio de 'uma China única' e às disposições dos três comunicados sino-americanos. Opomo-nos veementemente a quaisquer contactos oficiais e militares entre os Estados Unidos e Taiwan, bem como à interferência dos EUA nos assuntos internos da China ", afirmou o porta-voz.
Ele acrescentou que o princípio de "uma China única" é a base das relações sino-americanas.
Atualmente, as relações entre Taipé e Pequim estão em seu ponto mais baixo em décadas. Desde o início deste mês, os militares da China continuam enviando dezenas de aviões de guerra ao espaço aéreo em torno de Taiwan, e o presidente chinês, Xi Jinping, disse que a "reunificação" entre a ilha e a China é inevitável.
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