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Encontrada no Iraque fábrica de vinho de ao menos 2.700 anos de antiguidade (FOTOS)

© Reprodução/Vinhos CristofoliColheita de uva no Rio Grande do Sul
Colheita de uva no Rio Grande do Sul - Sputnik Brasil, 1920, 25.10.2021
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Arqueólogos revelaram no domingo (24) sua descoberta no Iraque de uma fábrica de vinho de grande escala do tempo dos reis assírios de há 2.700 anos, bem como impressionantes relevos reais esculpidos em rocha branca.
Enormes bacias de pedra foram desenterradas no sítio arqueológico de Jinis, no norte do país.
"Era uma espécie de fábrica de vinho industrial", explicou ao portal Phys.org Daniele Morandi Bonacossi, professor de Arqueologia da Universidade de Udine, na Itália, que toma parte da equipe envolvida na descoberta.
Os artefatos, segundo revelam as evidências, foram utilizados na produção comercial de vinho durante o domínio do rei assírio Senaqueribe. Estima-se que o achado seja do final do século VIII a.C. ou do princípio de VII a.C.
Iraque: Arqueólogos encontram antigo lagar de vinho e esculturas
Achados fábrica de vinho do tempo de governação de reis assírios há 2.700 anos e relevos reais esculpidos na rocha
"Encontramos 14 instalações que foram utilizadas para prensar as uvas e extrair o suco, que então era processado em vinho", detalhou o especialista. Conforme Bonacossi, esta é a primeira descoberta deste tipo no Iraque.
Os cientistas encontraram, além disso, enormes baixos-relevos esculpidos nas paredes de rocha de um canal de irrigação de quase nove quilômetros de comprimento em Faida, também no norte do Iraque.
Arqueólogos revelaram que descobriram uma fábrica de vinho de grande escala do reinado dos reis assírios há 2.700 anos em Duhok no Curdistão
Trata-se de 12 painéis de cinco metros de comprimento e dois de altura decorados com técnica escultural em que é possível observar deuses, reis e animais sagrados. Os baixos-relevos datam dos reinados de Sargão II (721 a 705 a.C.) e seu filho Senaqueribe.
"Há outros lugares com relevos em rocha no Iraque, especialmente no Curdistão, mas nenhum é tão grande e monumental como este", contou Bonacossi.
De acordo com arqueólogos, o canal de irrigação foi cortado em calcário para levar a água das colinas para os campos dos agricultores. Os entalhes foram feitos para lembrar às pessoas quem ordenou sua construção.
"Não era só uma cena religiosa de oração, também era política, uma espécie de cena propagandística. O rei, desta forma, quis mostrar às pessoas que habitavam na área que foi ele quem criou estes regadios em massa, então [...] as pessoas deviam se lembrar disso e permanecer leais", explicou o professor.
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