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Trump lança plataforma TRUTH Social com missão de criar 'rival da mídia liberal'

© REUTERS / Jonathan DrakeEx-presidente dos EUA Donald Trump durante seu discurso durante a convenção do Partido Republicano na Carolina do Norte
Ex-presidente dos EUA Donald Trump durante seu discurso durante a convenção do Partido Republicano na Carolina do Norte - Sputnik Brasil, 1920, 21.10.2021
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A empresa do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, Trump Media & Technology Group (TMTG), anunciou nesta quarta-feira (20) o lançamento de nova plataforma de mídia social, a TRUTH Social, desenvolvida para virar um "rival da mídia liberal".
Outra missão do projeto é "lutar contra as empresas gigantes de tecnologia do Vale do Silício que usaram seu poder unilateral para silenciar as vozes discordantes na América", segundo o comunicado de imprensa.
A versão beta do aplicativo para os convidados deve ser liberada em novembro deste ano. A implantação em todo o país é planejada para o primeiro trimestre de 2022, conforme o comunicado de imprensa. O aplicativo estaria disponível na App Store para pré-venda.
"Vivemos no mundo onde o Talibã [organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países] tem uma presença enorme no Twitter, mas seu presidente americano favorito foi silenciado. Isso é inaceitável. Estou entusiasmado em lançar minha primeira verdade no TRUTH Social muito em breve. A TMTG foi fundada com a missão de dar voz a todos", disse Trump citado no comunicado.
Além disso, a TMTG anunciou a fusão com a Digital World Acquisition Corp. para formar uma nova empresa de capital aberto com o valor potencial de US$ 1,7 bilhões (R$ 9,5 trilhões).
A TMTG também revelou que pretende lançar um serviço de vídeo baseado em subscrições, que incluirá "programação de entretenimento, notícias, podcasts etc. para estar informado".
"Todos me perguntam por que alguém não faz frente à Big Tech? Bem, faremos em breve!", disse Trump.
Após o ocorrido no Capitólio em Washington em 6 de janeiro, no fim de sua presidência, Donald Trump foi suspenso em várias redes sociais, incluindo o Facebook, Instagram e Twitter, por "incitar à violência".
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