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Amostras de rochas lunares coletadas pela China mostram que Lua esteve ativa recentemente

© NASA . Paul Schmit, Gary SchmitLua, Estação Espação Internacional e Marte ao mesmo tempo
Lua, Estação Espação Internacional e Marte ao mesmo tempo - Sputnik Brasil, 1920, 20.10.2021
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As primeiras rochas lunares trazidas de volta à Terra em décadas mostram que a Lua esteve vulcanicamente ativa mais recentemente do que se pensava, disseram cientistas chineses nesta terça-feira (19).
A missão Chang'e-5 - com o nome de uma deusa mítica da Lua - coletou dois quilos de amostras de uma área lunar anteriormente inexplorada chamada Mons Ruemker, dentro do Oceanus Procellarum ou "Oceano de Tempestades".
Essa área foi selecionada pelo fato de os cientistas pensarem ter sido formada mais recentemente, considerando a menor densidade de crateras de meteoros em sua superfície, explica o portal Phys.org.
As amostras incluíram basalto de 2,03 bilhões de anos, e sua análise revelou que "o interior da Lua ainda estava evoluindo há cerca de dois bilhões de anos atrás", informou a Academia Chinesa de Ciências (CAS, na sigla em inglês).
© Administração Nacional do Espaço da ChinaFotografia panorâmica tirada pela tripulação da sonda chinesa Chang'e-5 após aterrissagem em Mons Rumker, em Oceanus Procellarum, no outro lado da Lua
Fotografia panorâmica tirada pela tripulação da sonda chinesa Chang'e-5  após aterrissagem em Mons Rumker, em Oceanus Procellarum, no outro lado da Lua - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Fotografia panorâmica tirada pela tripulação da sonda chinesa Chang'e-5 após aterrissagem em Mons Rumker, em Oceanus Procellarum, no outro lado da Lua
As rochas lunares trazidas anteriormente pelas missões espaciais norte-americanas e soviéticas, mostraram evidências de atividade lunar até 2,8 bilhões de anos atrás, mas deixaram uma lacuna no conhecimento dos cientistas sobre a história mais recente do satélite natural da Terra, uma vez que essas amostras eram provenientes de partes mais antigas da superfície lunar.
Estas últimas descobertas - publicadas em três artigos na revista Nature - colocam novas questões para os cientistas que tentam decifrar a história da Lua.
As amostras trazidas pela missão Chang'e 5 marcam, desse jeito, um passo importante para o programa espacial chinês, que enviou um rover para Marte e já pousou outra espaçonave no outro lado da Lua.
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