Senado dos EUA aprova projeto de lei de gastos em infraestrutura de US$ 1,2 trilhão

© REUTERS / Sarah SilbigerExterior do Capitólio dos EUA em Washington, EUA, 8 de agosto de 2021
Exterior do Capitólio dos EUA em Washington, EUA, 8 de agosto de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 10.08.2021
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Os republicanos cortaram em quase metade o ambicioso plano de US$ 2,3 trilhões (R$ 12,89 trilhões) para infraestruturas do presidente norte-americano Joe Biden, desde que foi revelado.

O Senado dos EUA, com uma ligeira maioria do Partido Democrata, aprovou na terça-feira um pacote de US$ 1,2 trilhão (R$ 6,23 trilhões) de gastos em infraestrutura, com a medida enviada à Câmara dos Representantes norte-americana para aprovação final depois que senadores republicanos principais votaram, com um total de 69 votos a favor e mais 30 contra.

É quase certo que a medida será aprovada na Câmara dos Representantes, onde os Democratas têm o controle majoritário.

Nancy Pelosi, presidente da Câmara, ameaçou anteriormente atrasar o projeto de lei se o Senado não aprovasse também um plano orçamentário de US$ 3,5 trilhões (R$ 18,17 trilhões), que inclui financiamento para as mudanças climáticas, acesso à saúde e educação, e outras questões prioritárias.

Os republicanos, por sua vez, expressaram a preocupação de que mais de que os mais de US$ 6 trilhões (R$ 31,15 trilhões) em gastos já bombeados para o sistema em meio à pandemia do coronavírus durante o último ano e meio possam desestabilizar a economia, causar uma inflação galopante, que já registrou aumentos significantes durante 2021, bem como aumentar excessivamente a dívida federal dos EUA, que atingiu 107,6% do PIB no final de 2020, maior valor desde 1947.

O gasto de US$ 1,2 trilhão em infraestrutura é uma versão reduzida do plano original de US$ 2,3 trilhões (R$ 12,89 trilhões) proposto por Joe Biden, presidente dos EUA, que além de estradas e pontes, também incluiu propostas polêmicas para financiar projetos como melhorias na eficiência ambiental de casas particulares e outros gastos de infraestrutura não pública.

Espera-se que os legisladores partam para um período de férias de um mês e meio a partir desta semana, e que regressem ao trabalho em meados de setembro.

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