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China rebate G7: já passou o tempo em que decisões globais eram ditadas por pequeno grupo de países

© Sputnik / Aleksandr Vilf / Abrir o banco de imagensBandeira da China em frente a um prédio em Xangai
Bandeira da China em frente a um prédio em Xangai - Sputnik Brasil, 1920, 14.06.2021
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Pequim descreveu neste domingo (13) o grupo do G7 como obsoleto, afirmando que "já passou há muito o tempo em que as decisões globais eram ditadas por um pequeno grupo de países".

Pequim teceu duras críticas ao grupo dos sete países, composto por Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão e EUA, depois que seus líderes apelaram a "enfrentar e competir" com o gigante asiático em questões que vão desde a salvaguarda da democracia até a corrida tecnológica, escreve Reuters.

"Já passou há muito o tempo em que as decisões globais eram ditadas por um pequeno grupo de países", cita a agência Reuters um porta-voz da embaixada chinesa em Londres.

"Sempre acreditamos que os países, grandes ou pequenos, fortes ou fracos, pobres ou ricos são iguais, e que os assuntos mundiais devem ser tratados através da consulta de todos os países", acrescentou o representante da entidade diplomática chinesa.

Comentando o comunicado do G7 no qual foi abordada a questão dos direitos humanos em Xinjiang, Hong Kong e "a importância da paz e da estabilidade no estreito de Taiwan", o porta-voz da embaixada declarou que documento contém declarações "deturpadas".

© AFP 2021 / Leon Neal Cúpula do G7 em Carbis Bay, Cornualha, Reino Unido
China rebate G7: já passou o tempo em que decisões globais eram ditadas por pequeno grupo de países - Sputnik Brasil, 1920, 14.06.2021
Cúpula do G7 em Carbis Bay, Cornualha, Reino Unido

"Instamos os Estados Unidos e outros membros do G7 a respeitarem os fatos, a compreenderem a situação, a pararem de difamar a China, pararem de interferir nos assuntos internos da China, deixarem de prejudicar os interesses chineses e a fazerem mais para contribuir ao desenvolvimento da cooperação internacional, e não para a criação artificial de confrontos", acrescentou o porta-voz.

Vale ressaltar que Pequim desmentiu em várias ocasiões as alegações relativamente à violação dos direitos humanos nas referidas regiões chinesas.

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