No Reino Unido, milhares vão às ruas contra bombardeios de Israel na Palestina

© REUTERS / Toby MelvilleEm Londres, manifestantes protestam contra os bombardeios de Israel na Palestina, em 22 de maio de 2021
Em Londres, manifestantes protestam contra os bombardeios de Israel na Palestina, em 22 de maio de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 22.05.2021
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Neste sábado (22), milhares de pessoas saíram às ruas no centro de Londres em apoio à Palestina, após a recente escalada das hostilidades do país com Israel, informou um correspondente da Sputnik no local.

A manifestação se dirigiu à região de Westminster e aos edifícios do governo britânico, chegando ao Hyde Park. Entre as palavras de ordem dos manifestantes há pedidos de liberdade para a Palestina, fim do "apartheid" e também pedidos de imposição de sanções do governo britânico contra Israel.

Os manifestantes exigem ainda que Israel pare com os despejos em Jerusalém Oriental e pedem ao governo do Reino Unido que tome medidas - como as sanções -, a fim de evitar uma "limpeza étnica" da população palestina.

"O governo do Reino Unido deve agir imediatamente e parar de permitir que Israel aja impunemente", disseram os organizadores do protesto em um comunicado.

Unidades especiais da polícia britânica foram encarregadas da segurança na capital do Reino Unido durante o protesto. Até o momento, nenhum incidente foi relatado. Os bairros da cidade onde a marcha passa estão isolados.

© REUTERS / Toby MelvilleEm Londres, manifestantes participam de um protesto contra os bombardeios de Israel na Palestina, em 22 de maio de 2021
No Reino Unido, milhares vão às ruas contra bombardeios de Israel na Palestina - Sputnik Brasil, 1920, 22.05.2021
Em Londres, manifestantes participam de um protesto contra os bombardeios de Israel na Palestina, em 22 de maio de 2021

Protestos semelhantes contra as ações israelenses na Faixa de Gaza ocorrem na Palestina e em vários países desde o início das hostilidades. Na quinta-feira (20), Israel e o movimento Hamas concordaram com um cessar-fogo mediado pelo Egito, após 11 dias de ataques com foguetes contra Tel Aviv e ataques aéreos na Faixa de Gaza que deixaram 243 palestinos e 12 israelenses mortos, além de milhares de feridos - a maioria do lado palestino.

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