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Com US$ 50 bilhões, é possível acabar com a pandemia, diz FMI

© REUTERS / MIKE THEILERA diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, faz comentários em uma entrevista coletiva de abertura durante reuniões do FMI e do Banco Mundial em Washington, EUA, 17 de outubro de 2019
A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, faz comentários em uma entrevista coletiva de abertura durante reuniões do FMI e do Banco Mundial em Washington, EUA, 17 de outubro de 2019 - Sputnik Brasil, 1920, 21.05.2021
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O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou uma proposta para acabar com a pandemia de COVID-19, com um aporte total de US$ 50 bilhões (cerca de R$ 267,3 bilhões).

A ideia é vacinar pelo menos 40% da população de todos os países até o final de 2021 e deixar, no mínimo, 60% do mundo imunizado até o primeiro semestre de 2022.

Em uma cúpula da saúde organizada pela Comissão Europeia e pelo G20, a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, afirmou que as economias mais ricas seriam não só as maiores financiadoras do projeto, mas também as mais beneficiadas no longo prazo.

"As economias avançadas, solicitadas a contribuir mais para este esforço, provavelmente veriam o maior retorno sobre investimento público na história moderna, capturando 40% dos ganhos do PIB e cerca de US$ 1 trilhão [R$ 5,35 trilhões] em receitas fiscais adicionais", afirmou Georgieva, conforme noticiado pela Reuters.
© REUTERS / Johannes P. ChristoLogotipo do Fundo Monetário Internacional (FMI), em foto de 12 de outubro de 2018
Com US$ 50 bilhões, é possível acabar com a pandemia, diz FMI - Sputnik Brasil, 1920, 21.05.2021
Logotipo do Fundo Monetário Internacional (FMI), em foto de 12 de outubro de 2018

Pelos cálculos do FMI, o plano ajudaria a injetar o equivalente a US$ 9 trilhões (R$ 48,1 trilhões) na economia mundial até 2025 devido a uma retomada mais rápida da atividade econômica.

De acordo com o projeto, US$ 35 bilhões (R$ 187,1 bilhões) seriam pagos por meio de doações de países ricos, doadores privados e multilaterais.

Os US$ 15 bilhões (R$ 80,2 bilhões) restantes precisariam ser financiados por governos nacionais, com juros baixos, ou até sem juros, em condições disponíveis nos bancos multilaterais de desenvolvimento.

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