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União Química produz 1º lote da vacina russa Sputnik V contra COVID-19 (VÍDEO)

© Sputnik / Aleksandr Kryazhev / Abrir o banco de imagensProfissional da saúde insere a vacina russa Sputnik V em uma seringa
Profissional da saúde insere a vacina russa Sputnik V em uma seringa - Sputnik Brasil, 1920, 20.05.2021
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Nesta quinta-feira (20), os desenvolvedores do imunizante russo Sputnik V informaram que o laboratório químico-farmacêutico do Brasil União Química fabricou o primeiro lote da vacina para exportação a outros países latino-americanos.

O primeiro lote da vacina russa Sputnik V contra COVID-19 foi produzido pelo laboratório brasileiro União Química, segundo informaram os desenvolvedores do imunizante.

"O primeiro lote da Sputnik V foi produzido pela proeminente fabricante brasileira União Química. Após o controle de qualidade no Centro Gamaleya, a vacina produzida pela União Química será exportada para outros países da América Latina para combater a COVID-19", escreveram os desenvolvedores da Sputnik V.

Anteriormente, o laboratório químico-farmacêutico brasileiro produziu o lote-piloto do imunizante desenvolvido pelo Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya da Rússia, e depois enviou o lote-piloto a Moscou para certificação.

No final de abril, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) do Ministério Da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações do Brasil aprovou a produção comercial da vacina sob o nome Gam-COVID-Vac. No entanto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vetou os pedidos de uso do imunizante. Em 26 de abril, a Anvisa não recomendou a importação excepcional e temporária da vacina russa Sputnik V até entrega de informações, que alegou estarem faltando.

A vacina da Rússia Sputnik V já foi aprovada em 66 países, que juntos têm uma população de mais de 3,2 bilhões de pessoas. O imunizante ocupa a segunda posição mundial em aprovações de reguladores estatais. A vacina tem eficácia de 97,6%, baseando-se na análise dos dados de 3,8 milhões de russos vacinados, sendo esta porcentagem mais alta do que a eficácia revelada antes na revista científica The Lancet (91,6%), de acordo com Fundo Russo de Investimentos Diretos e Centro Gamaleya.

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