Incêndio em petroleiro na costa da Síria foi erro de segurança e não ataque militar, diz mídia

© REUTERS / SANAFumaça sobe de um navio-tanque na cidade costeira de Baniyas, Síria
Fumaça sobe de um navio-tanque na cidade costeira de Baniyas, Síria - Sputnik Brasil, 1920, 25.04.2021
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Incêndio ocorreu em uma embarcação que estava na cidade síria de Baniyas, na região noroeste de Tartus, no mar Mediterrâneo, onde está situada uma das maiores refinarias de petróleo da Síria.

O incêndio em um navio-petroleiro na costa da Síria não foi causado por um ataque militar, mas sim por causa da imprudência e falta de precauções de segurança, disse um oficial militar sírio citado pela agência de notícias iraniana Nour.

As declarações foram dadas após a SANA, agência estatal de notícias da síria, informar que o incêndio começou em um dos tanques da embarcação, pois estava "perto do fluxo de petróleo", na cidade síria de Baniyas, na região noroeste de Tartus, no mar Mediterrâneo, onde está situada uma das maiores refinarias de petróleo da Síria.

A SANA citou o Ministério do Petróleo e Recursos Minerais como tendo dito que o incêndio "acredita-se ser um ataque de um drone vindo da direção das águas territoriais libanesas".

SANA citou uma fonte no MOO [Ministério do Petróleo e Recursos Minerais] que [disse que] um petroleiro na costa de Baniyas foi alvo do que se acredita ser um ataque por um drone da direção das águas territoriais libanesas, que levou ao início de um incêndio em um dos tanques do navio-tanque

O oficial militar sírio, no entanto, rejeitou categoricamente a ideia. Segundo ele, o incêndio foi causado por falta de cumprimento das devidas medidas técnicas e de segurança durante uma operação de soldagem no navio-tanque durante a liberação de sua carga. Três tripulantes que realizavam o processo de soldagem ficaram feridos durante o incidente, observou o oficial.

Fontes médicas informaram que um dos tripulantes sucumbiu aos ferimentos, enquanto os outros dois foram colocados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

O oficial afirmou ainda que após a conclusão da investigação especializada dos elementos técnicos que causaram o incidente, Damasco emitirá uma correção oficial da declaração anterior. A SANA, por sua vez, informou que o incêndio já foi "totalmente extinto".

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