OTAN apoia decisão dos EUA de impor novas sanções contra a Rússia

© REUTERS / JOHANNA GERONO secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin; o ministro das Relações Exteriores da Itália, Luigi Di Maio; o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken; o ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu; o secretário-deral da OTAN, Jens Stoltenberg; e o secretário de Relações Exteriores britânico, Dominic Raab, posam para uma foto durante reunião em Bruxelas, Bélgica, em 14 de abril de 2021
O secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin; o ministro das Relações Exteriores da Itália, Luigi Di Maio; o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken; o ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlut Cavusoglu; o secretário-deral da OTAN, Jens Stoltenberg; e o secretário de Relações Exteriores britânico, Dominic Raab, posam para uma foto durante reunião em Bruxelas, Bélgica, em 14 de abril de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 15.04.2021
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A OTAN expressou nesta quinta-feira (15), através de um comunicado, seu apoio à decisão dos Estados Unidos de impor novas sanções à Rússia.

No início do dia, os EUA anunciaram que expulsariam dez diplomatas russos de Washington. O país sancionou entidades e indivíduos russos por supostas interferências eleitorais e ataques cibernéticos.

"Os aliados da OTAN apoiam e se solidarizam com os Estados Unidos, após seu anúncio de ações para responder às atividades desestabilizadoras da Rússia. Os aliados estão realizando ações individuais e em grupo para aumentar a segurança coletiva da Aliança", diz o comunicado.

A declaração afirma que "os aliados da OTAN continuarão a realizar consultas para abordar as ações da Rússia que constituem uma ameaça à segurança euro-atlântica".

​"Pedimos à Rússia que cesse imediatamente seu comportamento desestabilizador e cumpra suas obrigações internacionais, como os aliados fazem com as suas, incluindo controle de armas, desarmamento e acordos e compromissos de não proliferação existentes. Também pedimos à Rússia que cesse suas provocações e imediatamente diminua as tensões nas fronteiras da Ucrânia", acrescentou a OTAN.

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