'Democracia' dos EUA na Síria cobrando seu preço em sangue

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Em 2011, precedido por protestos contra o governo, um conflito militar começou na Síria, envolvendo vários países do golfo Pérsico e do Ocidente, incluindo os EUA. Os dados do relatório "Guerra e paz na Síria", preparado por pesquisadores russos especializados em estudos do Oriente e Américas, mostram ao que levaram as ações militares no país.

Desde 2014, a coalisão internacional liderada pelos EUA, sem permissão do governo, começou a lançar ataques contra posições do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países).

Em 2019, o então presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a retirada parcial dos militares norte-americanos do país árabe. Entretanto, algumas tropas dos EUA continuam desde então na Síria sob o pretexto de "guardarem o petróleo" dos terroristas. Cerca de oito bases militares foram criadas no nordeste do país, as maiores das quais ficam perto das regiões com campos de petróleo controlados pelos norte-americanos e curdos.

Com base nos grupos curdos, a coalisão liderada pelos EUA criou uma aliança de oposição, as Forças Democráticas Sírias, que também participa de ações militares. O governo sírio continua declarando que a presença dos norte-americanos na Síria é ilegal e viola a soberania do país árabe.

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