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Fazer diferente é 'seguir as recomendações da ciência', diz Marcelo Queiroga

© Foto / Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência BrasilO médico cardiologista Marcelo Queiroga, indicado para ser o novo ministro da Saúde, faz pronunciamento à imprensa.
O médico cardiologista Marcelo Queiroga, indicado para ser o novo ministro da Saúde, faz pronunciamento à imprensa. - Sputnik Brasil, 1920, 18.03.2021
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O médico Marcelo Queiroga, anunciado como novo ministro da Saúde, afirmou nesta quinta-feira (18) que o jeito "diferente" de o governo lidar com a pandemia da COVID-19 é "seguir as recomendações da ciência".

O novo comandante da pasta concedeu uma entrevista ao chegar ao Palácio do Planalto para ter uma reunião com o presidente Jair Bolsonaro.

Perguntado se o governo federal precisa fazer algo "diferente" para combater a COVID-19, Queiroga respondeu que a mudança seria "seguir a ciência". As informações foram publicadas pelo portal G1.

"Já esta sendo feito. O diferente é seguir as recomendações da ciência. O presidente escolheu um médico para o ministério, um médico que é oriundo de uma sociedade científica, a Sociedade Brasileira de Cardiologia, que foi sempre quem protagonizou a medicina baseada em evidência", disse.

O novo ministro afirmou também que o "governo federal nem governo nenhum tem vara de condão para resolver todos os problemas".

"Existe a ciência do nosso lado, existe a necessidade de implementação de protocolos assistenciais para qualificar ainda mais nossos recursos humanos para buscar resultados melhores. É uma situação complexa e precisamos nos empenhar para vencer o inimigo comum, que é o vírus", afirmou.

Queiroga comentou que a vacina não vai resolver os óbitos causados pelo novo coronavírus no "curto prazo" e que é preciso adotar política de distanciamento social "inteligente".

"A expectativa é que consigamos ampliar cada vez mais a vacina. A vacina, como sabemos, não vai resolver a curto prazo esses óbitos. O que resolve? Política de distanciamento social inteligente e melhorar a qualidade de assistência nas unidades de terapia intensiva", completou.
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