Vai combater para republicanos: assessor de Trump desmente planos de ex-presidente de criar partido

© REUTERS / Carlos BarriáPresidente dos EUA Donald Trump e primeira-dama Melania Trump dão adeus no último dia de seu governo ao partirem para a Flórida
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A Câmara dos EUA deverá entregar ao Senado o processo de impeachment nesta segunda-feira (25), com a equipe de Trump respondendo em 2 de fevereiro, antes do início formal do processo em 8 de fevereiro.

O ex-presidente Donald Trump supostamente abandonou os planos de criar um partido político. Em vez disso, concentrará suas energias em ajudar os republicanos a reconquistarem a Câmara e o Senado nas eleições norte-americanas de 2022, informa a emissora Fox News.

Desde que deixou a Casa Branca, aumentaram as especulações sobre quais seriam os planos presidenciais de Trump, que perdeu a reeleição para o democrata Joe Biden. O republicano deixou a porta aberta para outra candidatura presidencial em 2024, mas rumores apontavam que Trump concorreria como candidato de um novo partido.

Mas o assessor sênior da campanha de Trump em 2020, Jason Miller, afirmou no domingo (24) que o ex-presidente "deixou claro que seu objetivo é reconquistar a Câmara e o Senado para os republicanos em 2022 […]. Não há nada que esteja sendo planejado ativamente em relação a um esforço fora disso, mas cabe completamente aos senadores republicanos se isso é algo que se tornará mais sério", disse Miller, citado pela mídia.

Os comentários do assessor ocorreram poucas horas depois de Maggie Haberman, repórter do The New York Times, afirmar que Trump havia sido dissuadido da ideia de formar um novo partido.

​Nas últimas 24 horas, depois de circular por algumas pessoas que ele estava pensando em criar um terceiro partido como forma de manter os senadores republicanos na linha antes do impeachment, Trump foi dissuadido disso e está deixando claro para as pessoas que ele não está perseguindo isso, [dito] por pessoa familiarizada com seu pensamento

A Câmara dos EUA deverá entregar ao Senado o processo de impeachment nesta segunda-feira (25), com a equipe de Trump respondendo até 2 de fevereiro, antes do início formal do processo em 8 de fevereiro. Trump já sofreu impeachment duas vezes, em fevereiro de 2019 e janeiro de 2021, ambas as vezes pela Câmara, controlada pelos Democratas.

Um presidente em exercício é destituído se tanto a Câmara como o Senado aprovarem o impeachment, mas até hoje nenhum chefe do Executivo norte-americano em exercício sofreu esse destino, e nenhum presidente foi destituído após deixar o cargo.

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