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Movimentos estudantis e políticos da esquerda unem força em prol do Fundeb

© Folhapress / Rafael HupselAlunos participam de aula na Escola Municipal Olívia dos Santos Feierabend, na zona rural de Monteiro Lobato
Alunos participam de aula na Escola Municipal Olívia dos Santos Feierabend, na zona rural de Monteiro Lobato - Sputnik Brasil
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Nesta segunda (20), a Câmara dos Deputados começa a votar a PEC que torna permanente o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), previsto para expirar no ano que vem.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 15/15, prevista para começar a ser votada na manhã desta segunda-feira (20), visa não só tornar o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) permanente como dobrar nos próximos seis anos a verba recebida da União, que dá ao fundo atualmente 10%.

Os 10% sugeridos como aumento para o Fundeb seriam destinados a programas sociais, como o Renda Brasil, que está sendo elaborado para substituir o Bolsa Família.

O Fundeb financia 63% da educação básica do Brasil, e está ameaçado a desaparecer no fim deste ano, se a votação trouxer um resultado negativo à PEC.

Em prol do Fundeb, internautas lançaram uma campanha na web para que o fundo se torne permanente.

A União Nacional dos Estudantes (UNE) está chamando todo mundo para unir forças em prol do Fundeb com a hashtag #AprovaFundeb.

A UNE, para pressionar todos os integrantes da votação, anexou a lista dos perfis de todos os deputados no Twitter.

​A deputada federal Talíria Petroni (PSOL-RJ) se juntou à hashtag #AprovaFundeb pedindo seus seguidores para que pressionem "seus parlamentares para que votem a favor do Fundeb".

​O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ) chamou de "crime" a possível "proposta de Bolsonaro de suspender o Fundeb em 2021".

​O ex-candidato à Presidência do Brasil, Ciro Gomes, entrou no mutirão de tweets a favor da aprovação da PEC, e se mostrou curioso a saber quem vai votar contra.

​O coordenador do MTST e ex-candidato a presidente do Brasil, Guilherme Boulos, previu "apagão na educação", se a PEC não for aprovada.

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