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Estudo revela por que SARS-CoV-2 é tão perigoso para os humanos

© REUTERS / Carlos Garcia RawlinsPessoas usando máscaras faciais após o surto da doença do coronavírus (COVID-19) caminham por uma ponte para pedestres em Pequim, China, 4 de junho de 2020
Pessoas usando máscaras faciais após o surto da doença do coronavírus (COVID-19) caminham por uma ponte para pedestres em Pequim, China, 4 de junho de 2020 - Sputnik Brasil
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Um grupo de cientistas indianos descobriu uma peculiaridade no coronavírus SARS-CoV-2 que poderia explicar por que este patógeno causou uma pandemia, de acordo com um estudo publicado na revista científica eLife.

A chamada proteína da espícula do SARS-CoV-2 (uma espécie de apêndices ou picos existentes na superfície do coronavírus) contém uma sequência de ativação idêntica a uma parte da proteína das células humanas, o que lhe permite infectar humanos.

Foi a esta conclusão que um grupo de cientistas indianos chegou em um estudo que acaba de ser aceite para publicação pela revista científica eLife.

Durante a pesquisa, os cientistas compararam o SARS-CoV-2 (que provoca a doença COVID-19) com cepas do SARS-CoV que causa a síndrome respiratória aguda ou pneumonia atípica, e estirpes responsáveis por zoonoses (doenças infecciosas naturalmente transmitidas entre animais e seres humanos).

© AFP 2021 / Arun SankarHomem coloca máscara com desenho de rosto durante a pandemia do coronavírus em Chennai, na Índia
Estudo revela por que SARS-CoV-2 é tão perigoso para os humanos - Sputnik Brasil
Homem coloca máscara com desenho de rosto durante a pandemia do coronavírus em Chennai, na Índia

Esta comparação mostrou que o SARS-CoV-2 tem uma sequência de ativação, nas regiões conhecidas por S1 e S2, semelhante às observadas em vírus da gripe em particular.

O novo coronavírus infecta as células ao atacar uma enzima chamada furina, presente na membrana celular.

A furina é encontrada em muitos tecidos humanos, incluindo pulmões, fígado e intestino delgado, pelo que o vírus tem o potencial de atacar vários órgãos, perturbando o seu funcionamento.

Esta característica do SARS-CoV-2 "está ausente nos coronavírus anteriormente sequenciados", afirmam os pesquisadores em seu artigo.

A pandemia do novo coronavírus se deve em parte a esse "mimetismo direcionado" do SARS-CoV-2, sugerem os cientistas.

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