Acordo entre Rússia e Turquia sobre produção conjunta do S-400 deve ser fechado até abril de 2020

© AP Photo / Ministério da Defesa da TurquiaCaminhão com partes do sistema de defesa antiaéreo russo S-400, em aeroporto próximo à Ancara (foto de arquivo)
Caminhão com partes do sistema de defesa antiaéreo russo S-400, em aeroporto próximo à Ancara (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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O contrato entre Rússia e Turquia para o fornecimento do segundo batalhão de sistemas de mísseis de defesa aérea russos S-400 será assinado até abril de 2020.

A informação foi dada à Sputnik por uma fonte ligada à indústria de defesa turca.

“O acordo com a Rússia sobre a compra do S-400 inclui dois batalhões. O primeiro deles já foi entregue. Agora o treinamento está em andamento e, em abril do próximo ano, os sistemas serão totalmente montados. O acordo não prevê produção e transferência conjuntas de tecnologias para este batalhão; os sistemas chegaram à Turquia completamente fabricados na Rússia ”, disse a fonte.

Segundo ele, as negociações em andamento para o segundo batalhão do S-400 se referem à produção e à transferência conjunta de tecnologias.

“O contrato de fornecimento foi assinado, as negociações não dizem respeito à compra, mas à produção e transferência conjunta de tecnologias. As negociações estão em andamento há muito tempo, as partes não conseguem concordar. Ninguém pode citar a data exata da assinatura do acordo de produção conjunta, mas isso deve acontecer antes de abril do próximo ano”, disse a fonte.

A negociação ocorre em meio a um contínuo desentendimento entre a Turquia e os EUA sobre os sistemas S-400 que o governo turco comprou da Rússia no início deste ano.

Como parte das medidas mais recentes tomadas pelos EUA para pressionar a Turquia a abandonar seus planos com relação aos S-400, o Comitê de Relações Exteriores do Senado dos EUA aprovou um ato que estipula sanções contra a Turquia por conta da compra dos sistemas de defesa aérea russos.

A Turquia, por sua vez, disse recentemente que poderia forçar os EUA a deixarem a base aérea de Incirlik, se Washington não abandonar seu plano de sanções.

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