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Trump volta a impor tarifas sobre aço e alumínio de Brasil e Argentina

© AP Photo / Seth WenigPresidente dos EUA, Donald Trump, discursa durante reunião do Clube Econômico de Nova York, em 13 de novembro de 2019
Presidente dos EUA, Donald Trump, discursa durante reunião do Clube Econômico de Nova York, em 13 de novembro de 2019 - Sputnik Brasil
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira (2) que Brasil e Argentina estão desvalorizando as próprias moedas e que, por isso, anunciou que voltará a impor tarifas sobre aço e alumínio provenientes dos dois países.

O presidente estadunidense anunciou a medida via uma publicação em sua conta oficial do Twitter.

"Brasil e Argentina têm comandado uma desvalorização maciça de suas moedas. O que não é bom para os nossos fazendeiros. Portanto, com efeito imediato, restaurarei as tarifas de todos os aços e alumínio enviados para os EUA a partir desses países. O Federal ​Reserve [Fed, o banco central americano] precisa agir para que países não tirem vantagem de nosso dólar forte para desvalorizar ainda mais suas moedas. Isso dificulta para as nossas fábricas e para os nossos fazendeiros exportar de maneira justa seus bens"

Após o anúncio de Trump, Bolsonaro reagiu à fala do presidente dos EUA e disse que vai conversar com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e que, se for o caso, vai falar diretamente com Donald Trump.

"Vou falar com o Guedes hoje. Alumínio? Vou falar com o Paulo Guedes agora. Vou conversar com o Paulo Guedes. Se for o caso, ligo para o Trump. Eu tenho um canal aberto com ele", disse Bolsonaro, citado pelo G1.

Em março do ano passado, Trump havia anunciado a imposição de uma sobretarifa de 25% sobre as importações de aço e de 10% sobre as de alumínio de vários países, incluindo o Brasil, maior exportador para os EUA.

A decisão provocou reações de diversos setores e, em agosto, Trump voltou atrás e decidiu flexibilizar a política de taxas sobre as tarifas.

Desde o início do ano até a última sexta-feira (29), o dólar já subiu 9,43% em relação ao real, o que torna as exportações brasileiras mais baratas e aumenta a competitividade dos produtos do país no mercado externo.

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