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Pressionada, Rússia alerta sobre 'consequências graves' por ações dos EUA na Venezuela

© Sputnik / Ramil Sitdikov / Abrir o banco de imagensMinistro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, durante conversações com homólogo japonês Taro Kono (imagem de arquivo)
Ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, durante conversações com homólogo japonês Taro Kono (imagem de arquivo) - Sputnik Brasil
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O ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, disse ao secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, que mais "medidas agressivas" na Venezuela estariam repletas das consequências mais graves, informou o Ministério das Relações Exteriores da Rússia nesta quarta-feira.

Lavrov também condenou o que chamou de "interferência" dos Estados Unidos nos assuntos internos da Venezuela como uma violação do direito internacional, acrescentando que o diálogo entre todas as forças políticas é necessário no país latino-americano.

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O posicionamento acontece após a Casa Branca anunciar que planeja aumentar a pressão sobre a Rússia, em um esforço para impedir que o país apoie o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

Em uma entrevista à Fox News, Pompeo insinuou que Moscou poderia ser alvo de novas sanções, caso mantenha o seu apoio ao governo de Maduro.

"Você viu o trabalho que já fizemos para aumentar o custo para os cubanos", declarou Pompeo. "Há mais que continuaremos a trabalhar. Faremos o mesmo com os russos".

Os Estados Unidos anunciaram em abril um conjunto abrangente de novas sanções contra Cuba por seu apoio a Maduro.
Pompeo reiterou a posição do presidente estadunidense Donald Trump de que a Rússia deve deixar a Venezuela.

"Eles precisam ir, e os russos precisam ter o custo disso aumentado", acrescentou.

A Venezuela enfrenta uma crise política que começou em janeiro, quando o líder da oposição Juan Guaidó, apoiado pelos Estados Unidos, proclamou-se o presidente interino do país em uma tentativa de desafiar a reeleição de Maduro.

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Maduro, apoiado pela China e pela Rússia, entre outros, acusou Guaidó de conspirar para derrubá-lo com a ajuda de Washington.

Guaidó e seus partidários fizeram outra tentativa de depor Maduro na terça-feira, reunindo-se em Caracas em uma estrada em frente à base militar de La Carlota. Guaidó pediu ao povo da Venezuela e ao Exército que saiam às ruas para concluir a operação para derrubar o presidente legítimo da Venezuela.

Em resposta, Maduro disse que os comandantes de todas as regiões e zonas de defesa integral haviam reiterado sua total lealdade ao povo, à constituição e à pátria. Segundo o ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino López, as Forças Armadas do país continuam a apoiar firmemente a "Constituição e autoridades legítimas".

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