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Líder chavista a EUA: conseguirão entrar na Venezuela, mas não poderão sair

© AFP 2021 / Don EmmertBandeiras da Venezuela e dos EUA
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Comentando a opção de intervenção militar na Venezuela, o líder da Assembleia Constituinte do país (ANC), Diosdado Cabello, disse que os americanos poderão entrar, mas "o problema será para sair".

O presidente norte-americano, Donald Trump, havia declarado que a intervenção reduziria a crise política que a nação caribenha está atravessando.

O constituinte afirmou na quinta-feira (21) que os venezuelanos permanecerão firmes na defesa da soberania nacional ao se referir à mobilização das forças chavistas no estado do Amazonas, na fronteira com o Brasil.

"Este não é o momento dos fracos, é o momento dos que têm amor em seus corações para defender a pátria em que nasceram", disse durante uma transmissão televisiva.

​União Cívico-Militar Para a Pátria alerta, alerta, alerta que a espada de Bolívar está caminhando pela América Latina, antes do ataque imperialista, nossa resposta deve ser a máxima união das Forças Revolucionárias, neste solo sagrado não passarão, nós venceremos!

O vice-presidente da República, General Hamilton Mourão durante sessão solene de abertura do Ano Judiciário de 2019 realizada no STF. - Sputnik Brasil
Intervenção militar dos EUA na Venezuela não faz sentido, diz Mourão
Cabello, que também é primeiro vice-presidente do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), rogou aos seguidores da revolução bolivariana para não "caírem na guerra psicológica", acrescentando que a população deve "estar preparada para tudo" diante da pressão internacional promovida pela Casa Branca, através da "ajuda humanitária" que tenta entrar à força por qualquer ponto de fronteira com a Venezuela, incluindo o Brasil, Colômbia e as ilhas do Caribe.

Pedindo às unidades das forças populares para defenderem a legitimidade do presidente constitucional, Nicolás Maduro, o líder chavista garantiu que "nem um único soldado estrangeiro pisará" na Venezuela.

As declarações de Cabello vieram após a ação do autoproclamado presidente interino, Juan Guaidó, de ir à fronteira com a Colômbia para liderar a entrada de um lote de "ajuda humanitária" com o apoio do governo colombiano.

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