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Editora-chefe do RT reage à decisão do Canadá de barrar credencial da Sputnik à reunião

© Sputnik / Vitaly Belousov / Abrir o banco de imagensEditora-chefe do RT e da Sputnik, Margarita Simonyan no Terceiro Fórum de Mídia China-Rússia, Moscou
Editora-chefe do RT e da Sputnik, Margarita Simonyan no Terceiro Fórum de Mídia China-Rússia, Moscou - Sputnik Brasil
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A editora-chefe da agência Rossiya Segodnya, Margarita Simonyan, comentou a recusa de Ottawa em conceder credenciamento à RIA Novosti e à Sputnik para a reunião ministerial do Grupo Lima na segunda-feira.

A reunião ministerial realizada em Ottawa começou na segunda-feira. Ambas as agências tiveram o credenciamento negado.

Microfone da Rádio Sputnik durante Fórum Internacional Econômico de São Petersburgo - Sputnik Brasil
Embaixada russa: 'Recusa em credenciar jornalistas da Sputnik é politicamente motivada'
A editora-chefe da agência de notícias internacional Rossiya Segodnya, Margarita Simonyan, comentou a recusa de Ottawa de conceder credenciamento à RIA Novosti e à Sputnik, ambas parte da Rossiya Segodnya, para a reunião ministerial do Grupo Lima na segunda-feira. Quando convidado pela Sputnik a explicar a decisão, o porta-voz do ministério, Richard Walker, disse que a agência "não foi cordial" com a chanceler canadense Chrystia Freeland no passado.

"Parece que éramos ingênuos em acreditar que as liberdades de imprensa eram um valor consolidado no Canadá, e não um privilégio concedido arbitrariamente apenas àqueles que cordial e inquestionavelmente papagueassem a linha do governo, nunca trazendo fatos e histórias inconvenientes. Lição aprendida — e não apenas por nós, mas por qualquer um que possa ousar fazer perguntas difíceis neste país mais polido: se essa atitude é representativa da abordagem 'democrática' que supostamente garante o futuro seguro, estável e próspero da Venezuela, então que Deus nos ajude", disse Simonyan à Sputnik.

No domingo, a rede de televisão Telesur, sediada na Venezuela, disse que também teve negado o acesso à reunião do Grupo Lima pelo governo canadense, que não forneceu nenhuma explicação para a decisão.

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